Desde sempre há a religião (citando todas como um todo), e existe gente que usa a sua fé e a dos outros para justificar atos terriveis. São pessoas que se aproveitam de algo que deveria unir e promover a paz, e a usam para satisfazer seus próprios interesses egoístas e, não raramente, doentios. Hoje é muito discutido o perigo do fanatismo religioso, mas e no século 19, numa vila onde a principal autoridade vem da igreja, melhor dizendo, de quem deveria dar voz á igreja? Embora pareça um terror,e seja vendido como tal, esse filme faz uma das críticas mais fortes, brutais e desconfortáveis ao fanatismo e á hipocrisia da história do cinema.Tive que assistir duas vezes, pois na primeira eu não aguentei e troquei de canal antes do fim. Mas essa crueza é necessária.
A parteira muda Liz tem a sua pacata vida revirada depois da chegada do novo reverendo no vilarejo. De início, já fica claro o assédio deste contra a moça e a vista grossa da família dela e dos moradores o que já é bem incomodo. Porém ocorre uma tragédia, a morte de um bebê durante o parto que ela fazia, que logo resulta em mais outra e obriga Liz á fugir com filha e enteado, tentando deixar o passado, definitivamente, para trás.



















