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{Resenha} A Estrela que Nunca Vai se Apagar



Título: A Estrela que Nunca Vai se Apagar
Autor: Esther Earl (com Lori e Wayne Earl)
Editora: Intrínseca
Tradução: Regiane Winaski, Edmundo Berreiros e Lourdes Setter 
ISBN: 9788580574661
Número de Páginas: 448
Ano: 2014
Classificação: 
A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. Atualmente sua mãe, Lori Earl, preside a instituição sem fins lucrativos This Star Won´t Go Out (tswgo.org), que apoia pacientes e famílias que lutam contra o câncer.

A Estrela que Nunca Vai se Apagar é o típico livro que deveria vir com um anuncio "material com alta capacidade de fazer caírem ciscos nos olhos", uma história que já em sua segunda e terceira página te prende de uma forma absurda, mesmo se você não for fã de biografias, mesmo se odiar histórias baseadas em fatos reais e até mesmo se não gostar de ler (fica aqui minha indicação pra quando precisar apresentar uma leitura na escola).

{Especial Tartarugas Até Lá Embaixo} Os Personagens



Quem leu a minha resenha de Tartarugas Até Lá Embaixo, publicado pela Intrínseca, sabe o quanto eu gostei desse novo livro do John Green. A forma como o autor abordou o TOC e a ansiedade na juventude juntamente com outros temas foi bem legal e sensível, porém, a gente sabe que a construção dos personagens é crucial para causar tal efeito na história, então vou falar um pouco sobre eles.

São poucos personagens recorrentes, se formos parar pra pensar, temos Aza, a protagonista, sua amiga Daisy, Davis e seu irmão Noah e a mãe de Aza. Cada personagem com sua personalidade e trejeitos responsáveis por fazer de Tartarugas Até Lá Embaixo o livro marcante que é. 

Aza Holmes é a nossa protagonista. Ela possui TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), ou seja, diariamente a garota tem que lutar com os pensamentos que invadem sua mente, envolvendo micróbios, bactérias e doenças que, se tomarem conta, acabam deixando a garota ansiosa. Essa luta que a garota vive é facilmente observada pelo fato do livro ser narrado em primeira pessoa por ela, nos fazendo entender e até mesmo viver alguns dos momentos mais angustiantes da garota. Aza é uma garota forte e ao mesmo tempo confusa que desperta em nós uma grande empatia e até mesmo uma identificação.

{Especial Tartarugas Até Lá Embaixo: Resenha} Tartarugas Até Lá Embaixo



Título: Tartarugas Até Lá Embaixo
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Tradução: Ana Rodrigues
ISBN: 9788551002001
Número de Páginas: 256
Ano: 2017
Classificação: 
Skoob

Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Depois de seis anos sem nenhum livro inédito do John Green, o anúncio de um novo título torna impossível não criar expectativas sobre o novo enredo e ao mesmo tempo cria aquela sensação de pé atrás, afinal, muita coisa mudou em seis anos. Há seis anos eu era outra pessoa, com outra mentalidade e, apesar de gostar muito dos livros do John Green e ter ele como um dos autores favoritos, eu fiquei com receio de não gostar muito desse livro e de não me identificar mais quanto me identificava antes, já que o foco do autor são os jovens adultos, mas acredito que não teve hora melhor de ler esse livro.

{Crítica} Cidades de Papel




Quando se trata de adaptação, o resultado pode ser um pouco inesperado. Há uma semana, eu estava no Rio de Janeiro e já havia conferido o filme Cidades de Papel na Cabine de Imprensa graças à maravilhosa Editora Intrínseca. Confesso que o livro estava longe de ser um dos meus favoritos, mas o filme realmente me surpreendeu. Amizade, a busca pelo próprio eu e muita risada é o que a adaptação de Cidades de Papel nos traz.

No começo do filme, Quentin (ou Q, como seus amigos o chamam) narra os acontecimentos de sua infância. Havia acontecido um milagre com ele: Margo Roth Spiegelman se mudou para a casa na frente da sua. Era uma garota diferente das outras, bem aventureira.

Os dois se tornaram ótimos amigos e sempre saíam à procura de aventuras, até que um dia eles encontraram um corpo de um homem que havia se suicidado. A partir desse dia, Q e Margo acabaram se distanciando de pouco em pouco até não se falarem mais.

Os anos se passaram, e Q sempre foi o bom aluno, preocupado com suas notas para que pudesse se tornar médico, mas sempre mantendo Margo em sua mente, enquanto a garota se tornou uma das meninas mais populares da escola. Até aí, temos o perfeito clichê de filme adolescente.

Numa noite, Margo aparece na janela do quarto de Quentin pedindo para que ele a ajudasse com uma missão. Ele, um pouco relutante, aceita. E os dois partem escondidos no meio da noite para cumprir os planos da garota. Quentin e Margo se aventurando pela cidade, como antigamente. Tudo parece maravilhoso para o ele, que começa a idealizar o seu futuro ao lado da garota popular e seu amor de infância, até que Margo não dá mais as caras no dia seguinte. Ela sumiu.

A garota que sempre amou mistério acabou se tornando um e Quentin se torna responsável por revelar esse sumiço, indo atrás de pistas e lugares ao lado dos seus melhores amigos Ben e Radar, com o objetivo de encontrar o paradeiro de Margo Roth Spiegelman, o amor de sua vida.

Com uma pegada diferente da que encontramos no livro, o filme Cidades de Papel evolui muito bem. O filme todo é bem dinâmico, cada parte na medida certa. O tempo suficiente pra infância, pra missão, pra busca de Margo. No livro, a busca pelas pistas chega a ser um pouco cansativa, enquanto no filme você nem percebe o tempo passar.

Sobre as atuações, todos estão de parabéns. Cada um faz um ótimo trabalho, tornando os personagens até um pouco melhores do que no livro. Quem se destacou na atuação foi Austin Abrams, que interpreta o Ben Starling. O seu personagem, no livro, já era o meu favorito, mas a evolução no filme é mais do que evidente. Acredito que grande parte da comédia do filme seja por conta de Austin. Porém, por outro lado, senti que Radar, interpretado por Justice Smith, ficou um pouco "de lado", mas nada que atrapalhe.

O que eu acho da trilha sonora dos filmes baseados nos livros do John Green? Mais do que ótima! Sabe quando você está assistindo a um filme e sorri quando ouve uma das suas músicas favoritas tocando de fundo? Aconteceu isso comigo quando escutei Vampire Weekend em uma das cenas. Mas esse é só um exemplo, houve muito mais...

Além de todo esse trabalho bem feito, há duas surpresas no filme, mas fiquem calmos, pois não irei contar quais são. Essas surpresas, pelo menos na sala da Cabine de Imprensa, causaram certo "alvoroço", arrancando risadas e "ohs" do público. Ótima sacada, principalmente não anunciando isso pra ninguém antes da exibição do filme. Mas só uma dica: uma é a participação de um ator e a outra é uma música muito conhecida.

Enfim, a adaptação de um dos livros que eu menos gostava do John Green acabou se tornando um dos meus filmes favoritos. Um enredo simples, divertido, mas capaz de causar certas reflexões sobre o nosso papel na vida, os nossos objetivos, amigos e até mesmo sobre o amor. Recomendo para qualquer tipo de pessoa, independente do gênero, idade, cor, sexo e etc.



Título: Cidades de Papel (Paper Towns)
Elenco: Nat Wolff, Cara Delevigne, Austin Abrams, Halston Sage, Justice Smith
Direção: Jack Shreier
Gênero: Aventura, Romance, Drama
Duração: 109 min.
Classificação: 12 anos
Avaliação: 
 

Intrínseca divulga capa de "Quem é você, Alasca?", de John Green




Primeiramente lançado pela Editora Martins Fontes, "Quem é você Alasca?", irá se juntar aos outros livros de John Green no catálogo da editora Intrínseca. Como foi anunciado no começo/meio desse ano, a Intrínseca iria lançar a sua edição de "Quem é você, Alasca?", possuindo os direitos de todos os livros solos do John Green. E, como de costume, a Íntrinseca procurou fazer a capa mais parecida da original (americana). Ela contará com 272 páginas e tem lançamento previsto para esse mês. Confira:

{Resenha} Cidades de Papel



Título: Cidades de Papel
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Tradução: Juliana Romeiro
ISBN: 9788580573749
Número de Páginas: 368
Ano: 2013
Classificação: 

Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia. 

Cidades de Papel é mais um livro do aclamado escritor, John Green. Nesse livro, ele traz personagens irreverentes e dinâmicos. Quentin Jacobsen é apaixonado por sua vizinha Margo, mas ela siplesmente não fala com ele desde a última vez que ela apareceu na sua janela anos atrás. Mesmo assim, Q (como é chamado pelo seus amigos) continua a nutrir esse amor. Mas Margot não podia ter um grupo social mais diferente do de Q: ela é rodeada pelos populares, garotas bonitas e garotos fortes e grandes. Enquanto Q é amigo dos mais indefesos e franzinos: os menos populares, garotos da banda.

Assista o trailer oficial de A Culpa é das Estrelas!



Domingo à noite tinha vazado o primeiro trailer de A Culpa é das Estrelas (The Fault In Our Stars) numa qualidade não tão boa, mas a Fox deu um jeito de tirar todos os streams do ar e decidiu, finalmente, liberar o trailer original em HD. Então, sem mais delongas:


Diagnosticada com câncer, Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, a jovem é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio e logo conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que vai mudar completamente a sua vida.

E aí, o que acharam? Eu, particularmente, fiquei MUITO mais animado com o filme. Não vejo a hora de poder assistir!

Data de estreia e Trailer de A Culpa é das Estrelas!














Olá, pessoal! Para a alegria de muitos, o trailer de A Culpa é das Estrelas vazou (a imagem não está tão boa, muito menos o áudio, mas tá valendo)! Eu, particularmente, não estou muito ansioso para o filme, pois além desse não ser um dos meus livros favoritos do John Green, não consegui ver a Hazel e nem o Gus nos atores, mas veremos. Confira o trailer:

{Resenha} Quem é Você, Alasca?




Título: Quem é Você, Alasca?
Autor: John Green
Editora: WMF Martins Fontes
ISBN: 9788578273422
Número de Páginas: 229
Ano: 2013
Skoob | Onde comprar?

Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez". Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao "Grande Talvez".



Como todos os livros de John Green, os personagens são jovens e possuem algum problema: em "A Culpa é das Estrelas", Hazel tem câncer; Em "O Teorema Katherine", Colin tem que ser gênio e descobrir o teorema de seus relacionamentos; Em "Cidades de Papel", Quentin vai a procura de Margo, que sumiu de propósito; já em "Quem é Você, Alasca?", é a vez de Miles ir à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o "Grande Talvez" na Culver Creek, escola em que seu pai e outros familiares estudaram.