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{Resenha} Quincas Borba



Título: Quincas Borba
Autor: Machado de Assis
Editora: L&PM
ISBN: 8525406686
Número de Páginas: 280
Ano: 1997
Classificação: 


"Uma grande herança recebida por um homem ingênuo e um triângulo amoroso que mais tem de imaginário que de real - A trajetória do provinciano Rubião, que encontrará na Corte a perdição e a loucura.Texto integral enriquecido com notas explicativas. Suplemento de Leitura com questões dos grandes vestibulares."





Segundo livro que leio do pai da literatura, Quincas Borba narra a história de Rubião, que é mordomo do filósofo, Quincas Borba. Machado de Assis está definitivamente associado a literatura realista brasileira, o que nos leva a histórias baseadas na razão e leva a um final de desolação. Essa obra não é tão aclamada quanto "Memórias Postumas de Brás Cubas" e "Dom Casmurro". O que sinceramente não compreendo o por que, pois sem sombra de dúvidas possui a mesma qualidade de determinismo e evolucionismo quanto as outras de sucesso. A única diferença é a narrativa que é escrita em terceira pessoa.

{Resenha} Dom Casmurro


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Título: Dom Casmurro
Autor: Machado de Assis
Editora: Ática
ISBN: 8532204155
Número de Páginas: 223
Ano: 1997

Machado de Assis (1839-1908), escrevendo Dom Casmurro, produziu um dos maiores livros da literatura universal. Mas criando Capitu, a espantosa menina de "olhos oblíquos e dissimulados", de "olhos de ressaca", Machado nos legou um incrível mistério, um mistério até hoje indecifrado. Há quase cem anos os estudiosos e especialistas o esmiuçam, o analisam sob todos os aspectos. Em vão. Embora o autor se tenha dado ao trabalho de distribuir pelo caminho todas as pistas para quem quisesse decifrar o enigma, ninguém ainda o desvendou. A alma de Capitu é, na verdade, um labirinto sem saída, um labirinto que Machado também já explorara em personagens como Virgília (Memórias Póstumas de Brás Cubas) e Sofia (Quincas Borba), personagens construídas a partir da ambiguidade psicológica, como Jorge Luis Borges gostaria de ter inventado.

Fugi de ler Dom Casmurro no Ensino Médio quando estava estudando para os vestibulares, mas agora na faculdade não pude escapar, o que no meu pensamento seria um fardo, tornou-se uma deliciosa leitura que prendeu a minha atenção do início ao fim, e que não consegui sossegar enquanto não chegasse a resposta para a famosa pergunta: Capitu traiu ou não traiu Bentinho? Se eu cheguei a conclusão para esse enigma vocês conferem a seguir.