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{Resenha} As Viagens de Gulliver



Título: As Viagens de Gulliver
Autor: Jonathan Swift
Editora: Martin Claret
Tradução: Luís Fernando Martins
ISBN: 9788572329637
Número de Páginas: 305
Ano: 2013
Classificação: 

As viagens de Gulliver é um clássico da literatura inglesa, escrito por Jonathan Swift em 1726. A narrativa de aventura conta as viagens de Lemuel Gulliver por países um tanto excêntricos, onde conhece culturas e povos jamais imagináveis. O que parece uma literatura inocente é uma reflexão categórica e simbólica da Inglaterra e mesmo da sociedade europeia do século XVIII. A narrativa de Jonathan Swift é notável, pois é leve e envolvente, tornando-a uma literatura atemporal.

Imagine se você tivesse a oportunidade de navegar pelos sete mares, trabalhando como marinheiro e médico, conhecendo lugares inacreditáveis, que fazem você duvidar de sua sanidade mental. Imagine passar anos perdido em uma ilha, com seres que você não sabe muito bem como categorizar. Imagine que mesmo com todos os naufrágios que sofreu, você ainda continua apaixonado pelo mar, pela navegação, pelas descobertas, e não consegue passar um ano sequer em terra firme. Imaginou? Lemuel Gulliver é assim, e sobreviveu a tudo isso e mais um pouco para contar a sua história para nós.

{Resenha} Pollyanna



Título: Pollyanna
Autora: Eleanor H. Porter
Editora: Martin Claret
Tradução: Luiz Fernando Martins
ISBN: 9788572327336
Número de Páginas: 182
Ano: 2012
Classificação: 

Pollyanna é uma história sobre o amor, a amizade e, sobretudo, sobre o surpreendente poder de transformação que as crianças e os adolescentes podem ter sem que percebam. Uma otimista incurável, Pollyanna não aceita justificativas para a tristeza e dedica-se com afinco a ensinar a todos o caminho de superação das adversidades. A obra é um clássico da literatura infantojuvenil. Escrita em 1912, foi inicialmente publicada em capítulos no jornal Christian Herald, de Boston. Ganhou forma de livro em 1913 e de imediato tornou-se um best-seller. Traduzida em quase todas as línguas, nunca mais parou de ser lida. Levada às telas pela primeira vez em 1920, foi refilmada muitas vezes, inclusive pelos estúdios Disney.

A única coisa que eu ainda não entendo ao terminar este livro é o motivo por eu não ter o lido antes. Estava deixando uma obra maravilhosa criar poeira em minha estante, e depois de tanto tempo sem dar atenção para Pollyanna resolvi lê-lo de uma vez, e me surpreendi, agradavelmente, com o seu conteúdo.