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{Resenha} As Ruínas



Título: As Ruínas
Autor: Scott Smith
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788598078205
Número de Páginas: 367
Ano: 2007
Classificação: 
Quatro amigos americanos de férias em Cancún, Mexico - Jeff, Amy, Eric e Stacy - conhecem um turista alemão que os convence a participar de uma busca a seu irmão, Henrich, que desapareceu com a namorada depois que foi ao local visitar umas ruínas. Os jovens em breve se arrependerão de ter aceito o convite, quando perceberem que estão presos na selva e aterrorizados por sinais que indicam que eles foram levados em direção ao mal...




Conheci essa obra, por indicação de um dos escritores que mais leio do tema terror. Stephen King classificou As Ruínas como "Um longo e desesperado grito de horror". Acho triste um escritor como Scott Smith ter impressionado de cara, grandes mestres do horror como Stephen King e não possuir uma trajetória que podemos dizer grande, como escritor (O autor possuí As Ruínas, publicada em 2006 e A Simple Plan que foi publicado no ano de 1993).

{Resenha} Salem


Título: Salem
Autor: Stephen King
Editora: Suma de Letras
Tradução: Thelma Médici Nóbrega
ISBN: 9788581050454
Número de Páginas: 460
Ano: 2013
Classificação: 

Ambientado na cidadezinha de Jerusalem's Lot, na Nova Inglaterra, o romance conta a história de três forasteiros. Ben Mears, um escritor que viveu alguns anos na cidade quando criança e está disposto a acertar contas com o próprio passado; Mark Petrie, um menino obcecado por monstros e filmes de terror; e o Senhor Barlow, uma figura misteriosa que decide abrir uma loja na cidade.
Após a chegada desses forasteiros, fatos inexplicáveis vêm perturbar a rotina provinciana de Jerusalem's Lot: uma criança é encontrada morta; habitantes começam a desaparecer sem deixar vestígios ou sucumbem a uma estranha doença. A morte passa a envolver a pequena cidade com seu toque maléfico e Ben e Mark são obrigados a escolher o único caminho que resta aos sobreviventes da praga: fugir.
Mas isso não será tão simples, os destinos de Ben, Mark, Barlow e Jerusalem's Lot estão agora para sempre interligados. E é chegada a hora do inevitável acerto de contas.

Não foi meu livro preferido do King, mas é, sem sombra de dúvidas, uma obra fantástica. Resolvi comprar esse livro baseado em um conto que eu li do livro "Sombras da Noite", em que o autor conta uma breve história sobre Jerusalem's Lot. O conto foi incrível (porém a história é completamente diferente do livro) e quando tive a primeira oportunidade de ler a obra completa referente a cidade, eu não deixei passar.

{Resenha} O Demonologista



Título: O Demonologista
Autor: Andrew Pyper
Editora: Darkside Books
ISBN: 9788566636406
Número de Páginas: 320
Ano: 2015
Classificação: 

O personagem que dá título ao best-seller internacional é David Ullman, renomado professor da Universidade de Columbia, especializado na figura literária do Diabo - principalmente na obra-prima de John Milton, Paraíso Perdido. Para David, o Anjo Caído é apenas um ser mitológico. Ao aceitar um convite para testemunhar um suposto fenômeno sobrenatural em Veneza, David começa a ter motivos pessoais para mudar de opinião. O que seria apenas um boa desculpa para tirar férias na Itália com sua filha de 12 anos se transforma em uma jornada assustadora aos recantos mais sombrios da alma.
Enquanto corre contra o tempo, David precisa decifrar pistas escondidas no clássico Paraíso Perdido, e usar tudo o que aprendeu para enfrentar O Inominável e salvar sua filha do Inferno.

Confesso pra vocês que quando soube desse livro eu quase surtei por três motivos. Um: o título sugere obviamente que o enredo é sobre um demonologista, que é uma coisa que eu gosto muito, não que eu seja satanista ou algo do tipo, muito pelo contrário; Dois: é Darkside, ou seja, a edição seria mais do que magnífica. Três: foi divulgado como filho entre O Código da Vinci e O Exorcista. Só poderia sair coisa boa desses três itens, certo? Só podia mesmo, porque não foi o caso.

{Crítica} João e Maria: Caçadores de Bruxas



Contos infantis são apenas dedicados às crianças? João e Maria: Caçadores de Bruxas mostra exatamente que a resposta dessa pergunta é negativa.

O filme começa com o conto original que conhecemos, em que os irmãos são abandonados na floresta por seu pai e acidentalmente encontram uma casa feita de doces, que é habitada por uma bruxa comedora de crianças. Ao entrarem na casa, a bruxa decide comer João primeiro e começa a alimentá-lo com a ajuda de Maria (que está algemada). Pouco antes de assar o garoto, Maria consegue se livrar das algemas, liberta João e juntos jogam a bruxa para dentro do forno, onde ela morre queimada.

Essa história a gente conhece, porém, não sabemos o que aconteceu depois... E é isso que o filme nos mostra. Depois de matarem a bruxa, os irmãos decidem levar isso adiante, matando bruxas onde são solicitados, até serem chamados pelo prefeito de um vilarejo, onde crianças estão sumindo.

A partir daí, o filme nos surpreende com ótimas cenas de ação e um banho de sangue. Aqueles pequenos irmãos que conhecíamos, mudaram, cresceram. As bruxas inocentes e pouco atraentes que estávamos acostumados, se tornaram sanguinárias e horrendas. Portanto, se você espera ver um filme de fantasia como os outros, com personagens bonitos, educados – sim, o filme está cheio de palavrões, mas fique tranquilo, eles não aparecem na legenda – e pouco sangue, irá se decepcionar. 

Tive a oportunidade de ver o filme na pré-estreia e pretendo vê-lo novamente nas telonas. A junção de fantasia, ação e terror que o filme nos proporciona é maravilhosa. Fãs de filmes de ação tem como dever assistir João e Maria: Caçadores de Bruxas.



Título: João e Maria: Caçadores de Bruxas (Hansel and Gretel: Witch Hunters)
Elenco: Jeremy Renner, Gemma Arterton, Peter Stormare, Famke Janssen, Zoe Bell Direção: Tommy WirkolaGênero: Ação, Terror e Fantasia
Duração: 88 min.
Classificação: 14 Anos
Avaliação: 4/5