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{Especial Oscar 2019} Confira os Indicados



O Claquete acabou tirando férias mesmo sem querer, mas estamos de volta e numa das melhores épocas do ano, a época de assistir os filmes indicados ao Oscar para fazer as apostas e conferir os vencedores na cerimônia, que acontece dia 24 de Fevereiro.

Como é de costume, a gente costuma fazer as críticas pelo menos dos filmes mais importantes, como os indicados a Melhor Filme, então, até o dia da cerimônia, vamos deixar nossas opiniões sobre os filmes aqui.

Agora vamos aos indicados para vocês fazerem suas apostas:

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Amy Adams, Vice
Marina de Tavira, Roma
Regina King, Se a Rua Beale Falasse
Emma Stone, A Favorita
Rachel Weisz, A Favorita

MELHOR FIGURINO
A Balada de Buster Scruggs
Pantera Negra
A Favorita
O Retorno de Mary Poppins
Duas Rainhas

MELHOR MIXAGEM DE SOM
Pantera Negra
Bohemian Rhapsody
O Primeiro Homem
Roma
Nasce Uma Estrela

{Especial Oscar 2017} Confira os Indicados!



E os Indicados ao Oscar foram finalmente divulgados! Como esperado, La La Land é o líder de indicações, sendo indicado em 14 categorias! O preferido do público se motrou também preferido da academia, empatando com as idnicações do icônico Titanic. A cerimônia será exibida no dia 26 de Fevereiro.

Como é de costume do Claquete Literária, há o especial nessa época do ano, em que há as críticas/resenhas dos principais filmes indicados, até o dia da cerimônia, sendo que, essas críticas/resenhas especiais possuem a estatueta do Oscar no banner.

Agora vamos aos indicados, para que vocês possam conferir os filmes e fazer suas apostas antes da cerimônia.

MELHOR FILME
“A Chegada”
“Fences”
“Até o Último Homem”
“A Qualquer Custo”
“Estrelas Além do Tempo”
“La La Land – Cantando Estações”
“Lion – Uma Jornada para Casa”
“Manchester à Beira-Mar”
“Moonlight: Sob a Luz ao Luar”

{Especial} Oscar 2016: Conheça Os Vencedores!




E lá se foi mais ums Oscar... Esse ano a premiação estava cheia de ótimas indicações, com filmes muito bons, o que tornou os palpites cada vez mais difíceis. A cerimônia rendeu prêmios esperados, assim como surpreendeu várias pessoas em algumas categorias.

Vamos agora conhecer todos os vencedores:

Melhor Filme
Mad Max - Estrada da Fúria
O Regresso
O Quarto de Jack
Spotlight - Segredos Revelados
A Grande Aposta
Ponte dos Espiões
Brooklyn
Perdido em Marte

{Crítica} O Regresso



Todos já estão familiarizados com a saga do Oscar de Leonardo DiCaprio. Em toda a sua carreira, o ator nunca levou a estatueta mais famosa do mundo do cinema para casa. Porém, ao que indica, principalmente pelo filme ter conquistado três globos de ouros (Melhor Diretor, Melhor Ator em Filme de Drama e Melhor Filme Categoria Drama) essa situação pode mudar. O Regresso, com uma técnica incrível e baseado numa história real, leva DiCaprio a uma experiência e atuação que não estávamos apresentados.

A trama do filme é bem simples. Em meio a colonização dos Estados Unidos, um grupo de caçadores de pele está em seu acampamento é surpreendido pelo ataque de índios. Esse ataque provoca a morte de vários homens, sendo necessária a volta dos que restaram à base, o mais rápido possível. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) conhece a floresta muito bem, porém, é gravemente atacado por um urso no caminho.

A caminhada se torna impossível e muito lenta com Hugh ferido, então, como ele é uma pessoa muito bem querida entre o grupo de caçadores, a não ser por John Fitzgerald (Tom Hardy), que é racista e não simpatiza com o filho de Glass, que é mestiço (filho de uma índia), alguns integrantes ficam com ele enquanto os outros vão pelo caminho mais rápido. O que ninguém esperava é que ele abandonado para morrer, que é o ponto central do filme.

Gravemente ferido, sem armas e sozinho, lutando para sobreviver em meio ao frio congelante, temendo por sua vida por conta da ameaça dos índios, Hugh Glass parte à procura de vingança contra aqueles que os deixaram para morrer.

Obviamente, como o próprio nome diz, acompanhamos o regresso dos homens às suas terras. Temos primeiro a patrulha, explorando o caminho para base temendo os índios; os homens que abandonaram Hugh; e o retorno do próprio Hugh Glass, que mesmo conhecendo muito bem os caminhos, está sozinho, machucado e sem armas, se tornando ainda mais difícil.

O sofrimento do personagem de DiCaprio é evidente e constante. Hugh Glass passa por aflições a todo momento, revelando um lado selvagem necessário para sua sobrevivência, que é bastante impressionante. Esse personagem enalteceu a boa atuação de DiCaprio, que transmite toda a dor e dificuldade, até mesmo sem dizer uma palavra. A imersão de Leornado no personagem foi tão grande que ele até comeu um fígado cru de um bisão numa das cenas, mesmo sendo vegetariano. Tom Hardy também não fica pra trás interpretando o vilão traidor, com toda sua amargura e frieza.

A técnica presente em O Regresso é de uma qualidade impressionante. Temos primeiramente o cenário totalmente natural, de uma beleza estonteante, que foi retratado e gravado com luz natural, para que a essência da natureza fosse mantida. Outro ponto marcante é a escolha de planos sequências (filmagem de uma ação contínua sem corte) em algumas cenas, principalmente nas de ação, pois o espectador é deixado no meio da ação, tornando algo bem próximo.

Apesar da longa duração, 2 horas e 36 minutos, o novo filme de Alejandro González Iñárritu (diretor) é muito bem construído, prendendo a atenção do espectador, principalmente nas cenas de ação, que são bastantes. É um filme forte e bem impressionante, principalmente pela história de Hugh Glass ter realmente acontecido (sua história foi publicada esse ano como O Regresso pela editora Intrínseca).

O Regresso está presente em 12 categorias, liderando as indicações, sendo elas Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Cabelo, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Design de Produção. Acredito que o flme vence algumas das categorias técnicas e estou na torcida para que Leornardo DiCaprio finalmente leve seu Oscar pra casa.


Título: O Regresso (The Revenant)
Elenco: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson, Will Poulter +
Direção: Alejandro González Iñárritu
Gênero: Aventura, Drama, Thriller
Duração: 156 min.
Classificação: 16 anos
Avaliação: 

{Crítica} Perdido Em Marte



É normal se perder em alguns lugares que não conhecemos muito bem, mas você já se imaginou se esse lugar fosse um outro planeta com condições muito diferentes das do planeta Terra? É com essa base que Ridley Scott, conhecido por dirigir outros filmes como Prometheus, Alien, Blade Runner, nos leva ao Planeta Vermelho, Marte.

Uma equipe de astronautas liderada por Melissa Lewis (Jessica Chastain) está em Marte para explorar o planeta. Uma tempestade é anunciada e faz com que ela ordene uma retirada, mas no meio do desespero e ansiedade promovidos pelo caos, um tripulante, Mark Watney (Matt Damon), é atingido por um objeto e jogado à distância. Tudo indica que Mark não sobreviveu à retirada, por isso Melissa, depois de hesitar, ordena a volta para o planeta Terra. A equipe comunica a NASA sobre a morte de seu tripulante e, com bastante pesar, é anunciada para o mundo.

O que ninguém esperava é que Mark Watney está vivo. A partir daí, com muita paciência, certa tranquilidade e uma dose de humor, ele faz de tudo para sobreviver em Marte, calculando as chances de sobrevivência, tempo para ser resgatado, como entrar em contato com a NASA, tudo com bastante racionalidade.

Durante o filme somos apresentados ao trabalho de Watney em sobreviver no Planeta Vermelho e ao progesso da NASA, que, depois de saber da sobrevivência do tripulante, tenta bolar planos possíveis para regatá-lo.

Apesar de ser um filme que se passa no espaço, como Gravidade, Interestelar e outros, a abordagem de Perdido em Marte é um pouco diferente. Enquanto em Gravidade temos o foco na sobrevivência e em Interestelar uma trama bem complexa, a obra de Ridley Scott equilibra as ações de Mark, o progesso da NASA e também a patrulha de Witney, tudo apresentado de uma forma bem simples.

É fato que a missão de Perdido em Marte é entreter. O personagem de Matt Damon lida com a sua situação com bastante humor e ironia, um dos pontos fortes do filme, assim como parte da trilha sonora que quebra um pouco a seriedade, sendo bastante cômica. Não temos complexidades da ficcção científica e nem pensamentos filosóficos e reflexivos, apenas uma mistura de tensão, inteligência, sagacidade e humor, que faz do filme uma experiência bem saborosa e de forma alguma cansativa.

Um dos destaques da obra de Ridley Scott é a fotografia. Marte, apesar de ser desabitada por qualquer outro ser, a não ser Mark Watney, é de uma beleza grandiosa. Com tons alaranjados, Marte é retratada de uma forma simples, parecendo um deserto, mas muito bonita, e enfatizando ainda mais o isolamento de Watney no planeta desconhecido.

Indicado ao Oscar nas categorias Melhor Filme, Melhor Ator (Matt Damon), Melhor Roteiro Adaptado (Drew Goddard), Melhor Mixagem de Som, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Design de Produção, acredito que Perdido em Marte tem grandes chances de conquistar pelo menos alguma das categorias técnicas.



Título: Perdido Em Marte (The Martian)
Elenco: Matt Damon, Jessica Chastain, Kristen Wiig, Jeff Daniels +
Direção: Riddley Scott
Gênero: Aventura, Drama, Ficcção Científica
Duração: 144 min.
Classificação: 12 anos
Avaliação: 

{Crítica} O Quarto de Jack




Vocês já pararam para refletir no aprendizado de uma criança? Como é o contato dela com o mundo a partir de seu crescimento? Qual o papel da mãe durante tudo isso? Esse é um dos principais temas abordados em O Quarto de Jack (Room), cheio de beleza e delicadeza com direito a muita emoção.

O filme conta a história de Jack (Jacob Tremblay), de cinco anos, e Ma (Brie Larson), sua mãe, que vivem num pequeno quarto. Eles comem, brincam, dormem e aprendem tudo nesse ambiente, mas, para o que parece ser o mundo de Jack, esse Quarto é a prisão em que sua mãe tem sido mantida contra sua vontade.

Há 7 anos, Joy foi sequestrada pelo Velho Nick (Sean Bridgers) e desde então vem sendo abusada sexualmente. Jack é fruto desses abusos. Ele cresce no Quarto sem contato com o mundo exterior, achando que o que existe são apenas as coisas do quarto, sua mãe e o Velho Nick, o resto sendo apenas invenção da televisão que eles tem.

Criando seu filho há cinco anos, Ma o protege da verdadeira situação em que eles se encontram, garantindo a inocência da criança. Porém, as crianças crescem e a vontade de sair do Quarto nunca abandonou a mente de Ma, levando-os a bolar um plano arriscado de escape.

Por mais que o filme pareça ser um suspense, não é o caso. É certo que há momentos de tensão durante a trama, mas o foco está no drama. Acompanhamos a devoção e o amor de Ma com o seu Filho de Jack, que tem uma inocência impressionante, o medo do desconhecido e ao mesmo tempo a vontade de conhecê-lo.

Durante o filme temos algums divagações sobre o mundo sob o ponto de vista de Jack, que são capazes de emocionar qualquer um. A incocência e ingenuidade está mais do que presente nas falas do garoto que, sem saber, vive uma vida cruel e privada de tudo, mas que não o impede de ser feliz, já que é a única coisa que ele realmente conhece.

A criatividade da história realmente me impressionou. O enredo até parece ser comum, mas não é de jeito nenhum. É algo inédito e genial. Tenho que agradecer primeiro a autora do livro, do qual o filme foi adaptado, por ter feito algo tão criativo e depois ao diretor por trazer um filme cheio de emoção e beleza.

Toda essa beleza e emoção também é por conta das atuações. Jacob Tremblay, que interpreta o Jack, atua de forma extraordinária para uma criança de nove anos, sua idade real, conseguindo transmitir cada sentimento e emoção ao público. Brie Larson, que interpreta Ma, também não fica pra trás, pois sua imersão no enredo é mais do que evidente, fazendo d'O Quarto de Jack uma experiência ainda mais maravilhosa. É um filme indicado para todos, rico em ensinamentos e reflexões e que permanece em nossa mente.

O filme foi indicado em quatro categorias do Oscar, sendo elas Melhor Filme, Melhor Diretor (Lenny Abrahamsom), Melhor Atriz (Brie Larson) e Melhor Roteiro Adaptado (Emma Donoghue). Me arrisco a dizer que pelo menos as categorias de Melhor Atriz e talvez a de Melhor Roteiro Adaptado estão garantidas (isso se não formos surpreendidos com a de Melhor Filme).


Título: O Quarto de Jack (Room)
Elenco: Brie Larson, Jacob Tremblay, Joan Allen, Sean Bridgers +
Direção: Lenny Abrahamson
Gênero: Drama
Duração: 118 min.
Classificação: 14 anos
Avaliação: 

{Especial} Oscar 2016: Confira os Indicados!




Olá, pessoal! Foram divulgados hoje os indicados à 88ª edição do Oscar! A cerimônia de entrega acontece em 28 de fevereiro. O Regresso, de Alejandro G. Iñárritu, lidera a lista com 12 indicações e Mad Max - Estrada da Fúria ficou em segundo, com 10. Já o Brasil está representado pela animação O Menino e o Mundo, de Alê Abreu.

Como de costume do Claquete Literária, nessa época do ano sempre acontece o Especial Oscar, em que os filmes serão assistidos e resenhados aqui no blog, pelo menos os das categorias maiores. Vale lembrar que essas resenhas "especiais" contém a estatueta do Oscar no banner do filme. Esse ano tem filmes bem promissores e até o dia da cerimônia nossa opinião concreta sobre eles estará aqui.

Vamos conferir a lista completa dos indicados para que vocês possam conhecê-los e fazer suas apostas previamente (acho que dessa vez Leonardo DiCaprio leva a estatueta pra casa): 

{Crítica} Boyhood: Da Infância à Juventude




Nascemos. Crescemos. Estudamos. Nos apaixonamos. Trabalhamos. Temos dúvidas e incertezas. Choramos. Sorrimos. Brigamos. O tempo passa e a vida continua, nos deixando momentos. Momentos que poderão refletir em nossa vida de diversas maneiras. E, é nessa linha de pensamento que Boyhood segue. E, como alguns momentos, Boyhood ficará na minha memória.

Acompanhamos a vida de uma família de classe média, como outra qualquer. Temos pais separados, um filho e uma filha. A família vive uma vida como outra qualquer, com seus diversos conflitos. O enredo é focado no filho, Mason, que, de uma criança de 6 anos, se transforma em um adulto de 18. Sim, doze anos. Doze anos com os mesmos atores. Doze anos para se gravar o filme.

Diferente de outros filmes que procuram evidenciar certos ritos de passagem de uma vida, como primeiro amor ou formatura, aqui temos o puro cotidiano. Uma mãe indo à faculdade, Mason jogando videogame, andando de bicicleta com os amigos ou discutindo com a sua irmã mais velha, um pai visitando seus filhos nos dias combinados. A vida familiar na sua não tão simples forma.

Como dito anteriormente, o filme não tem nenhum aspecto prévio de inédito, afinal, é uma adolescência de um garoto, mas a beleza está na produção. Você já deve ter visto milhares de filmes ou séries em que há a mudança de idade de um mesmo personagem, certo? Eles escolhem uma criança parecida ou usam maquiagem no ator para parecer mais velho e etc. Porém, aqui temos os mesmos atores. Acompanhamos as evoluções dos mesmos por 12 anos. Cabelos crescendo ou grisalhos, rugas e espinhas aparecendo. Inédito em sua maneira mais natural, Boyhood: Da Infância à Juventude, pode narrar a vida de qualquer um por aí, não necessariamente só a de Mason e de sua família.

É tão legal assistir um filme em que você "conhece". Por ter vivido quase a mesma época de Mason, tais acontecimentos também fizeram parte da minha vida. Legal você escutar uma garota cantando uma música de High School Musical. Um dos primeiros sucessos de Vampire Weekend. Good Girls Go Bad, do Cobra Starship. E até mesmo Poker Face, da Lady Gaga. Richard Linklater faz questão de marcar o tempo, seja com uma música da época, uma eleição, um acontecimento importante.

Com 6 indicações, como Melhor Filme, Diretor (Richard Linklater), ator coadjuvante (Ethan Hawke), atriz coadjuvante (Patricia Arquette), roteiro original e edição, Boyhood: Da Infância à Juventude tem grandes chances de ser a principal atração da noite, conquistando boa parte de suas indicações. Percebemos que, afinal, seus doze anos de gravação não foram em vão, mas muito pelo contrário, serviram para dar forma e vida à obra que se tornou Boyhood.



Título: Boyhood: Da Infância à Juventude
Elenco: Ellar Coltrane, Patricia Arquette, Ethan Hawke, Lorelei Linklater
Direção: Richard Linklater
Gênero: Drama
Duração: 166 min.
Classificação: 14 anos
Avaliação: 

Especial Oscar 2015!




Como de costume, chega a época do Especial Oscar. Esse ano a premiação ocorrerá no dia 22 de Fevereiro (domingo) e irá ser exibida ao vivo no canal TNT a partir das 20h30. E o Especial Oscar funciona da seguinte maneira: iremos conferir os filmes e criticá-los aqui no blog até o dia da premiação, sendo que cada crítica terá uma espécie de aposta sobre quais prêmios o filme indicado poderá receber. Todos os filmes participantes terão uma estatueta do Oscar em seu banner. Muito fácil de identificar não?

Agora vamos aos indicados para que vocês possam conhecê-los previamente e fazer suas apostas.

Melhor Filme
Sniper Americano
Birdman
Boyhood: Da Infância à Juventude
O Grande Hotel Budapeste
O Jogo da Imitação
Selma
A Teoria de Tudo
Whiplash: Em Busca da Perfeição