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{Coluna} Uma lente no Autor: Ruth Rocha


Sabem os livros paradidáticos? Aqueles que são utilizados na escola de forma paralela ao que está se colocando em prática nas atividades em aula? Muitas das vezes esses livros são a porta de entrada para muitas crianças e adolescentes no mundo da leitura, e somente através deles muitos autores começaram a ficar conhecidos pelas crianças, uma vez que suas produções literárias se encaixavam adequadamente neste grupo de materiais.

É o caso de Ruth Rocha. Essa premiada escritora brasileira pode não ser conhecida da galera jovem de agora, mas eles vão cair da poltrona ao saber que seu livro mais famoso “Marcelo, martelo e marmelo” – um livro que ocupou a mente de muitas crianças e adolescentes na década de 90 já vendeu mais de 20 milhões de exemplares! Suas obras, aliás, já foram traduzidas para vinte e cinco idiomas e recentemente seu livro “O menino que aprendeu a viver” recebeu recomendações de importantes órgãos americanos como o Children´s Books Council.

{Coluna} Bate Papo: Incentivo a Leitura na Infância


Talvez eu seja um pouco suspeita para tratar do tema, visto que minha mãe lia pra mim desde antes de eu nascer e que minha primeira carteirinha da biblioteca publica aqui da minha cidade foi feita quando eu tinha três anos e quatro meses, mas esse é um tema bastante recorrente em minha vida, quando me perguntam porque gosto tanto de ler, como leio tão rápido, como leio andando na rua etc.

De acordo com Bruno Rodrigues do Guia do Bebê o estímulo a leitura deve ser realizado desde antes do nascimento, por que mesmo estando ainda no útero a criança consegue ouvir as voz de quem está lendo e no caso da mãe consegue senti-la, o que gera um estímulo positivo que será carregado por toda a vida. Pode ser que você esteja pensando que a leitura que esta sendo realizada não será identificada pelo bebê como algo diferente de uma conversa, mas estudos apontam que eles conseguem compreender essa distinção por meio da entonação, ritmo e emoção que são utilizados na leitura e que são diferentes das conversas que as pessoas tem com eles.