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{Crítica} Aniquilação




Aniquilação (Annihilation), baseado no livro de mesmo nome de Jeff Vandermeer, o mais novo filme de Alex Garland, roteirista de Extermínio (28 Days Later), Sunshine, e Ex Machina, que também o dirigiu, conta a história de uma bióloga que aceita uma missão secreta do governo para tentar descobrir o que aconteceu após a queda de um meteoro que vêm alterando as leis da natureza do local onde se encontra.

Se você viu Ex Machina e pensou em algum momento como o filme poderia ser "lento", Aniquilação não é um filme para você. O diretor não tem pressa em "contar" o que está acontecendo, e muito bem-posto entre aspas, pois o diretor também não se importa em te explicar o que aconteceu. É pré-estabelecido que um meteorito atingiu alguma parte dos Estados Unidos e que a partir disso um campo luminoso surgiu em volta do mesmo. Por conta disso, o diretor aproveita e brinca com teorias envoltas pela ciência.

{Crítica} Death Note (2017)



Quando surgiu a notícia de que Death Note seria adaptado como filme pela Netflix, houve um certo alvoroço por parte dos fãs, discutindo a possível qualidade que o filme poderia vir a ter, já que seria "americanizado". Eu, particularmente, tinha ficado muito ansioso pela notícia, por mais que eu tivesse que esperar meses para conferir, porém, o dia chegou, sexta feira passada (25), e o resultado foi apenas um: frustração (e acho que posso falar isso em nome das pessoas que gostavam do anime).

Light Yagami agora é Light Turner, interpretado pelo ator Nat Wolff, que, ao invés de residir no Japão, como no anime, ele mora em Seattle, nos Estados Unidos. Ele é um garoto comum, com problemas e traumas, principalmente o fato da sua mãe ter sido assassinada, não é popular na escola, mas tem a vida mudada quando acaba possuindo um caderno sobrenatural, com o título de Death Note (Caderno da Morte), que caiu do céu, literalmente, enquanto Light estava na escola.

{Série} 3%




Netflix produziu a primeira série brasileira, que antes estava destinada a ser exibida pelo youtube, o que acabou gerando altas expectativas em nós, brasileiros que adoram séries. A expectativa foi aumentando cada vez mais a cada poster, trailer e informação liberados, até que, sexta feira (25), chegou o dia de conferir a o resultado. Como primeira produção, não pude deixar de conferir e trazer a minha opinião sobre a série aqui.

A série é uma espécie de distopia em que a sociedade é dividida entre os que não tem quase nada e os que tem tudo, os pobres e os que vivem no Maralto, onde a vida não tem dificuldades, mas, para se alcançar o outro lado, é preciso passar pelo Processo, em que apenas 3% dos jovens de 20 anos passará para o outro lado. Tudo baseado na meritocracia.

Num estilo meio Jogos Vorazes, ao decorrer dos episódios somos apresentados a algumas provas em que os jovens participam, para que a seleção ocorra, visando os 3% finais. Entre os jovens, temos, obviamente, o grupo principal, contendo personagens com suas histórias diferentes e até mesmo propósitos para se participar do Processo.

{Série} Jane The Virgin




Jane Gloriana Villanueva é uma garota inteligente, que sabe o que quer, tem a vida toda planejada e vive para realizar seus objetivos e sonhos. Criada pela mãe solteira e avó viúva, Jane é fruto de uma gravidez precoce, que fez com que ela prometesse para a sua avó que manteria sua virgindade até o casamento e essa era a regra que regia a sua vida.

Mas, por infelicidade do destino, ou não, Jane é inseminada artificialmente com o sêmen de um cara podre de rico, Rafael Solano, que, por coincidência, ela beijou há cinco anos. Como se não bastasse tudo isso, ela também está prestes a se casar com Michael Cordero, o amor de sua vida. E aí toda a confusão começa.

Com o estilo das clássicas novelas mexicanas que nós brasileiros conhecemos como ninguém, as criadoras de Jane The Virgin trouxeram todos os elementos para a série: o cômico, as intrigas, o óbvio, os sequestros, as mortes e aquelas cenas impossíveis de acontecer na vida real.

Motivos pelo qual você irá se apaixonar pela série tanto quanto eu: Jane é escritora; Jaime Camil faz parte do elenco (se você não sabe quem é, pesquise, pois eu tenho certeza que você o conhece); Você rirá praticamente assistindo a todos os episódios; Você sentirá raiva de cada personagem, sem exceção, mas estará amando-os um segundo depois; E tem até Britney Spears.

A série ainda está em produção, já foram lançadas duas temporadas e a terceira sai do forno ainda esse ano. Como eu já engoli com os olhos todos os episódios disponíveis, estou agora tentando me manter tranquila até o próximo lançamento.

E gente, eu só contei o primeiro episódio, mas acontece tanta coisa, mas tanta coisa, que assim que você termina um capítulo, já quer logo ir começando o outro, e, quando vê, já terminou toda a temporada.

Uma ótima série para maratonar no final de semana! A primeira temporada está disponível na Netflix, e a segunda você encontra facilmente na internet. Espero que gostem da dica, e, se já assistiram, me contem o que acharam.


Título: Jane The Virgin
Elenco: Gina Rodriguez, Justin Baldoni, Brett Dier
Criado por: Jennie Snyder, Perla Farias
Gênero: Comédia , Drama
Duração: 45min/episódio
Episódios: 44
Temporadas: 2
Avaliação: 

{Crítica} Ele Está de Volta


Depois de conhecer o Livro de Marcar Filmes, resolvi dar mais atenção a filmes de diferentes nacionalidades e fiquei muito feliz com o resultado. A seguir,  falarei um pouco sobre um filme da Alemanha, que trata de um assunto um tanto polêmico até para os dias de hoje.

Imagine se Hitler se transportasse de 1945 para 2011 sem saber o que aconteceu nesse meio tempo. Desmaiado, acorda no mesmo local que costumava ficar seu bunker, na Alemanha atual, sem partido nazista e com seu país sendo governado por uma mulher. Bárbaro, não?

Logo, Hitler faz sucesso, muitas pessoas o param na rua para tirar foto e outras xingam. A população acredita que ele é um artista que não consegue sair de seu personagem, até que um repórter amador o descobre, grava um vídeo com ele, que viraliza pela internet. O ditador vai ganhando cada vez mais fama, pois as pessoas ficam curiosas para saber o que leva uma pessoa a se passar por Hitler depois de tudo o que ele fez.

Até que um canal de TV oferece um programa todinho para ele. Era tudo o que Hitler queria, e, através dessa nova conquista, ele pretende continuar falando quem ele realmente é, espalhando seus ideais. O que as pessoas não percebem é que estão caindo na lábia do ditador com muita facilidade, rindo de suas palavras e concordando com suas propostas. Como ele mesmo diz: "Foi o povo que me elegeu, e eu disse as mesmas coisas que estou dizendo agora, não entrei no governo contra a vontade de ninguém".

Baseado no livro homônimo de Timur Vermes, lançado aqui no Brasil pela Intrínseca em 2014, o filme chocou os alemães quando suas gravações começaram, pois o ator Oliver Masucci empenhava seu papel com maestria e andava pela rua retratando Hitler confortavelmente.

O longa é muito parecido com um documentário, pois possui expressões reais do público. Muitas pessoas questionavam o artista para saber qual motivo dele retratar Hitler, muitas cenas foram gravadas de longe, o que deu mais a cara de documentário.

Cheio de críticas à sociedade, Ele Está de Volta nos faz rir e pensar ao mesmo tempo. Está funcionando como um alerta para que não volte a xenofobia, preconceito e ódio para com aqueles que são "diferentes" de nós.

Aqui no Brasil, o lançamento aconteceu diretamente na Netflix, então você já pode correr lá para assistir. Infelizmente, a grande maioria dos filmes mais divulgados continuam no eixo Estados Unidos-Inglaterra, mas podemos mudar isso correndo atrás dos filmes de diversas nacionalidades e até mesmo valorizando os nacionais, que ultimamente não estão deixando nada a desejar.

Gostaram da dica? Não deixem de conferir o filme e o livro. E podem deixar que eu estarei garimpando os lançamentos de variadas nacionalidades, e trazendo os melhores para vocês.



Título: Ele Está de Volta
Elenco: Oliver Masucci, Fabian Busch, Christoph Maria Herbst
Direção: David Wnendt
Gênero: Comédia
Duração: 116 minutos
Classificação: 14 anos
Avaliação:  

Cinco Motivos Para Assistir #OITNB + Promoção



Oi, pessoal, tudo bom com vocês? Hoje é um dia muito legal: a estreia da segunda temporada de #OITNB (Orange Is The New Black)! E nada melhorar do que comemorar com uma Ação da Intrínseca em conjunto com os blogueiros literários, certo?! 

Eu sou totalmente viciado em séries e filmes, mas nunca tive interesse em assistí-la e até hoje não sei por que demorei tanto tempo (quase um ano), porque é FANTÁSTICA! Agora eu te darei cinco motivos para começar a assistir agora

1. A Trama
A série conta a história de Piper Chapman, que, quando era mais jovem, se envolveu com tráfico de drogas com sua ex-namorada Alex Vause. Depois de alguns anos, seu passado bate na porta e ela acaba sendo denunciada e se entregando. Para pagar por seus crimes, Piper troca uma vida confortável em Nova York pela prisão, onde encontra tensão e companheirismo num grupo de detentas.

Como é a primeira vez que Chapman (como é chamada na prisão) é presa, a sua adaptação no local que é totalmente diferente do que estava acostumada nos tira várias risadas (muitas mesmo!), mas claro, sem perder o drama e a emoção. Um prato cheio para qualquer seriador!