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{Crítica} Obsessão



Se alguns filmes nos deixam sem palavras, esse Obsessão me deixou foi sem comentários. Como eu estava comprometida á escrever uma crítica dele quando conseguisse assisti-lo (gripada, ao lado dos meus pais e as duas da manhã), missão dada é missão cumprida! Assisti quase um mês depois que terminei de ler o livro que o inspirou, e que por aqui foi lançado com o título original: Paperboy. E justamente por não tê-lo achado uma obra-prima, ainda que tenha prendido minha atenção o suficiente á ponto de eu querer ver o filme, tentei não manter tanta expectativa.

Jack, um moço de vinte e poucos anos, recém-expulso da faculdade, vai trabalhar como motorista para dois repórteres de um grande jornal, o arrogante Yardley e o ingênuo Ward (este, o irmão mais velho de Jack). Os jornalistas estão na cidade cobrindo a prisão supostamente injusta de um ser bizarro chamado Hillary Van Wetter, acusado da morte do xerife local, Por incrível que pareça, o cara em questão tem uma noiva, Charlotte, e foi ela quem chamou os repórteres e vai se tornar centro de uma quadrilha amorosa quando vira o interesse de Jack.

{Crítica} Death Note (2017)



Quando surgiu a notícia de que Death Note seria adaptado como filme pela Netflix, houve um certo alvoroço por parte dos fãs, discutindo a possível qualidade que o filme poderia vir a ter, já que seria "americanizado". Eu, particularmente, tinha ficado muito ansioso pela notícia, por mais que eu tivesse que esperar meses para conferir, porém, o dia chegou, sexta feira passada (25), e o resultado foi apenas um: frustração (e acho que posso falar isso em nome das pessoas que gostavam do anime).

Light Yagami agora é Light Turner, interpretado pelo ator Nat Wolff, que, ao invés de residir no Japão, como no anime, ele mora em Seattle, nos Estados Unidos. Ele é um garoto comum, com problemas e traumas, principalmente o fato da sua mãe ter sido assassinada, não é popular na escola, mas tem a vida mudada quando acaba possuindo um caderno sobrenatural, com o título de Death Note (Caderno da Morte), que caiu do céu, literalmente, enquanto Light estava na escola.

{Crítica} Ele Está de Volta


Depois de conhecer o Livro de Marcar Filmes, resolvi dar mais atenção a filmes de diferentes nacionalidades e fiquei muito feliz com o resultado. A seguir,  falarei um pouco sobre um filme da Alemanha, que trata de um assunto um tanto polêmico até para os dias de hoje.

Imagine se Hitler se transportasse de 1945 para 2011 sem saber o que aconteceu nesse meio tempo. Desmaiado, acorda no mesmo local que costumava ficar seu bunker, na Alemanha atual, sem partido nazista e com seu país sendo governado por uma mulher. Bárbaro, não?

Logo, Hitler faz sucesso, muitas pessoas o param na rua para tirar foto e outras xingam. A população acredita que ele é um artista que não consegue sair de seu personagem, até que um repórter amador o descobre, grava um vídeo com ele, que viraliza pela internet. O ditador vai ganhando cada vez mais fama, pois as pessoas ficam curiosas para saber o que leva uma pessoa a se passar por Hitler depois de tudo o que ele fez.

Até que um canal de TV oferece um programa todinho para ele. Era tudo o que Hitler queria, e, através dessa nova conquista, ele pretende continuar falando quem ele realmente é, espalhando seus ideais. O que as pessoas não percebem é que estão caindo na lábia do ditador com muita facilidade, rindo de suas palavras e concordando com suas propostas. Como ele mesmo diz: "Foi o povo que me elegeu, e eu disse as mesmas coisas que estou dizendo agora, não entrei no governo contra a vontade de ninguém".

Baseado no livro homônimo de Timur Vermes, lançado aqui no Brasil pela Intrínseca em 2014, o filme chocou os alemães quando suas gravações começaram, pois o ator Oliver Masucci empenhava seu papel com maestria e andava pela rua retratando Hitler confortavelmente.

O longa é muito parecido com um documentário, pois possui expressões reais do público. Muitas pessoas questionavam o artista para saber qual motivo dele retratar Hitler, muitas cenas foram gravadas de longe, o que deu mais a cara de documentário.

Cheio de críticas à sociedade, Ele Está de Volta nos faz rir e pensar ao mesmo tempo. Está funcionando como um alerta para que não volte a xenofobia, preconceito e ódio para com aqueles que são "diferentes" de nós.

Aqui no Brasil, o lançamento aconteceu diretamente na Netflix, então você já pode correr lá para assistir. Infelizmente, a grande maioria dos filmes mais divulgados continuam no eixo Estados Unidos-Inglaterra, mas podemos mudar isso correndo atrás dos filmes de diversas nacionalidades e até mesmo valorizando os nacionais, que ultimamente não estão deixando nada a desejar.

Gostaram da dica? Não deixem de conferir o filme e o livro. E podem deixar que eu estarei garimpando os lançamentos de variadas nacionalidades, e trazendo os melhores para vocês.



Título: Ele Está de Volta
Elenco: Oliver Masucci, Fabian Busch, Christoph Maria Herbst
Direção: David Wnendt
Gênero: Comédia
Duração: 116 minutos
Classificação: 14 anos
Avaliação:  

{Top 5} Livros Que Deveriam Virar Série de TV




Olá, pessoal! Depois de um grande período sem essa coluna, decidi voltar com ela, pois mostra um lado mais pessoal da gente e acaba sendo um post mais diferente, saindo das resenhas e novidades literárias. A ideia continua a mesma, com o rodízio entre eu e as resenhistas. Eu retomo o Top 5 e respectivamente, a cada domingo, um colunista faz. Enfim, vamos ao tema.

A gente sabe que uma série de tv tem a vantagem de explorar um pouco mais o universo que conhecemos nos livros, mas nem sempre isso acaba dando certo, pois nem todo livro tem conteúdo suficiente para se tornar em uma série que virá a ter ou não várias temporadas ou então a produtora não oferece aquilo que a história merecia, principalmente na questão de efeitos. Foi difícil escolher cinco livros que eu acho que dariam muito certo nas tvs ao invés do cinema, mas aqui vamos nós.

SONHOS PARTIDOS

Baton Rouge, capital do estado da Louisiana, nos Estados Unidos, é uma cidade conhecida por seus churrascos no jardim, tardes quentes de verão, barris de cerveja gelada e muitos fãs de futebol americano. Mas no verão de 1989, quando Lindy Simpson, uma das garotas mais bonitas do bairro e estrela das pistas de corrida, é estuprada perto de casa, fica claro que os subúrbios bucólicos de Baton Rouge também têm um lado obscuro.
Para uma vizinhança tão pequena, os suspeitos do crime são muitos. Entre eles o narrador da história, um adolescente obcecado por Lindy que mora na casa em frente à da garota. E é por meio de suas lembranças que somos levados a entender como términos de relacionamentos, culpa e amor podem transformar a vida de maneiras irreversíveis.

A gente sabe que subúrbio americano é cenário de muitas séries americanas, independente do gênero. Por ter sido uma ótima leitura, acredito que Sonhos Partidos teria ótimas chances de se tornar uma thriller psicológico com uma boa dose drama de uma qualidade incrível. É uma história "simples", mas tem vários acontecimentos e, por se tratar de um depoimento da vida de um personagem, a possibilidade de criar sem danificar a história principal é grande. Pra quem se interessou, tem resenha aqui.

{Crítica} O Regresso



Todos já estão familiarizados com a saga do Oscar de Leonardo DiCaprio. Em toda a sua carreira, o ator nunca levou a estatueta mais famosa do mundo do cinema para casa. Porém, ao que indica, principalmente pelo filme ter conquistado três globos de ouros (Melhor Diretor, Melhor Ator em Filme de Drama e Melhor Filme Categoria Drama) essa situação pode mudar. O Regresso, com uma técnica incrível e baseado numa história real, leva DiCaprio a uma experiência e atuação que não estávamos apresentados.

A trama do filme é bem simples. Em meio a colonização dos Estados Unidos, um grupo de caçadores de pele está em seu acampamento é surpreendido pelo ataque de índios. Esse ataque provoca a morte de vários homens, sendo necessária a volta dos que restaram à base, o mais rápido possível. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) conhece a floresta muito bem, porém, é gravemente atacado por um urso no caminho.

A caminhada se torna impossível e muito lenta com Hugh ferido, então, como ele é uma pessoa muito bem querida entre o grupo de caçadores, a não ser por John Fitzgerald (Tom Hardy), que é racista e não simpatiza com o filho de Glass, que é mestiço (filho de uma índia), alguns integrantes ficam com ele enquanto os outros vão pelo caminho mais rápido. O que ninguém esperava é que ele abandonado para morrer, que é o ponto central do filme.

Gravemente ferido, sem armas e sozinho, lutando para sobreviver em meio ao frio congelante, temendo por sua vida por conta da ameaça dos índios, Hugh Glass parte à procura de vingança contra aqueles que os deixaram para morrer.

Obviamente, como o próprio nome diz, acompanhamos o regresso dos homens às suas terras. Temos primeiro a patrulha, explorando o caminho para base temendo os índios; os homens que abandonaram Hugh; e o retorno do próprio Hugh Glass, que mesmo conhecendo muito bem os caminhos, está sozinho, machucado e sem armas, se tornando ainda mais difícil.

O sofrimento do personagem de DiCaprio é evidente e constante. Hugh Glass passa por aflições a todo momento, revelando um lado selvagem necessário para sua sobrevivência, que é bastante impressionante. Esse personagem enalteceu a boa atuação de DiCaprio, que transmite toda a dor e dificuldade, até mesmo sem dizer uma palavra. A imersão de Leornado no personagem foi tão grande que ele até comeu um fígado cru de um bisão numa das cenas, mesmo sendo vegetariano. Tom Hardy também não fica pra trás interpretando o vilão traidor, com toda sua amargura e frieza.

A técnica presente em O Regresso é de uma qualidade impressionante. Temos primeiramente o cenário totalmente natural, de uma beleza estonteante, que foi retratado e gravado com luz natural, para que a essência da natureza fosse mantida. Outro ponto marcante é a escolha de planos sequências (filmagem de uma ação contínua sem corte) em algumas cenas, principalmente nas de ação, pois o espectador é deixado no meio da ação, tornando algo bem próximo.

Apesar da longa duração, 2 horas e 36 minutos, o novo filme de Alejandro González Iñárritu (diretor) é muito bem construído, prendendo a atenção do espectador, principalmente nas cenas de ação, que são bastantes. É um filme forte e bem impressionante, principalmente pela história de Hugh Glass ter realmente acontecido (sua história foi publicada esse ano como O Regresso pela editora Intrínseca).

O Regresso está presente em 12 categorias, liderando as indicações, sendo elas Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Cabelo, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Design de Produção. Acredito que o flme vence algumas das categorias técnicas e estou na torcida para que Leornardo DiCaprio finalmente leve seu Oscar pra casa.


Título: O Regresso (The Revenant)
Elenco: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson, Will Poulter +
Direção: Alejandro González Iñárritu
Gênero: Aventura, Drama, Thriller
Duração: 156 min.
Classificação: 16 anos
Avaliação: 

Assista o trailer oficial de A Culpa é das Estrelas!



Domingo à noite tinha vazado o primeiro trailer de A Culpa é das Estrelas (The Fault In Our Stars) numa qualidade não tão boa, mas a Fox deu um jeito de tirar todos os streams do ar e decidiu, finalmente, liberar o trailer original em HD. Então, sem mais delongas:


Diagnosticada com câncer, Hazel Grace Lancaster (Shailene Woodley) se mantém viva graças a uma droga experimental. Após passar anos lutando com a doença, a jovem é forçada pelos pais a participar de um grupo de apoio e logo conhece Augustus Waters (Ansel Elgort), um rapaz que vai mudar completamente a sua vida.

E aí, o que acharam? Eu, particularmente, fiquei MUITO mais animado com o filme. Não vejo a hora de poder assistir!

Data de estreia e Trailer de A Culpa é das Estrelas!














Olá, pessoal! Para a alegria de muitos, o trailer de A Culpa é das Estrelas vazou (a imagem não está tão boa, muito menos o áudio, mas tá valendo)! Eu, particularmente, não estou muito ansioso para o filme, pois além desse não ser um dos meus livros favoritos do John Green, não consegui ver a Hazel e nem o Gus nos atores, mas veremos. Confira o trailer:

{Promoção} Concorra a um par de Ingressos para o filme de Dezesseis Luas!




A adaptação de Dezesseis Luas - Beautiful Creatures estreou ontem e, para comemorar, irei sortear um par de ingressos para São Paulo! Você e mais um acompanhante poderá conferir uma das adaptações mais esperadas de 2013! Confira os detalhes abaixo:

IMPORTANTE:
- O par de ingressos serve apenas para São Paulo.
- Não nos responsabilizamos pela locomoção do vencedor.
- A promoção terá início no dia 02/03 e terminará no dia 04/03.
- O resultado será divulgado no dia seguinte no Literaturalmente Literal e no Pensamentos do Joshua.
- O vencedor deverá ter cumprido todas as estapas obrigatórias da promoção.
- Escreva seu email nos comentários para facilitar o contato.

Para participar basta comentar neste post e preencher o formulário abaixo corretamente. Boa sorte!

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Paris Filmes libera teaser nacional de Em Chamas!





A Paris Filmes liberou hoje o teaser nacional com o logo da seguda adaptação da trilogia de Jogos Vorazes de Suzanne Collins: "Jogos Vorazes: Em Chamas". Assista:


Este é o segundo volume da trilogia Jogos Vorazes, baseada nos romances de Suzanne Collins. A saga relata a aventura de Katniss (Jennifer Lawrence), jovem escolhida para participar aos "jogos vorazes", espécie de reality show em que um adolescente de cada distrito de Panem, considerado como "tributo", deve lutar com os demais até que apenas um saia vivo. Neste segundo episódio da série, após a afronta de Katniss à organização dos jogos, ela deverá enfrentar a forte represália do governo local, lutando não apenas por sua vida, mas por toda a população de Panem.

Jogos Vorazes: Em Chamas estreará nos cinemas brasileiros no dia 15 de Novembro.

Emma Roberts viverá progonista no piloto da série de tv baseada em "Delírio"




A atriz Emma Roberts foi escalada para interpretar Lena Haloway no piloto da série de TV da Fox baseada em Delírio, romance de Lauren Oliver. Na trilogia distópica, a autora apresenta uma sociedade em que o amor é considerado uma doença fatal que pode ser curada pela ciência. Para tratar o Amor deliria nervosa, o mais mortal dos males, o governo determina que todos os cidadãos se submetam a uma intervenção cirúrgica ao completarem 18 anos. Livres do sentimento, eles passam a ter uma vida perfeita, sem surpresas ou fortes emoções.


Em Delírio, Lena Haloway, uma jovem de 17 anos, acredita que todas essas regras contribuem para o bem estar social e aguarda ansiosamente pelo dia de sua intervenção. Órfã, ela não vê a hora de se livrar do risco de se contaminar e do passado que assombra sua família. Mas, no momento em que se apaixona por Alex, tudo o que ela conhecia e em que acreditava desmorona. Faltando apenas 95 dias para sua intervenção, será que Lena escolherá a cura?






Pandemônio, o segundo volume da série, será lançado em março.
Fonte

Adaptação de "A menina que roubava livros" tem seu elenco definido



A obra de Markus Zusak, que já vendeu milhões de cópias ao redor do mundo agora terá uma versão cinematográfica! Aclamado pelo público e com boa crítica, o filme tem previsão de lançamento para 2014 nos Estados Unidos, sendo dirigido por Brian Percival (Downton Abbey). As filmagens deverão começar em Berlim, nesse mês de fevereiro. 

Emily Watson, Sophie Nélisse e Geoffrey Rush

A protagonista será interpretada por Sophie Nélisse. Seus pais adotivos serão vividos por Geoffrey Rush (de O discurso do rei) e Emily Watson (de Anna Karenina). A produção será feita por Ken Blancato e Karen Rosenfelt.