{Resenha} Os Piores Pirralhos do Mundo



Título: Os Piores Pirralhos do Mundo
Autor: David Walliams
Ilustrador: Tony Ross
Editora: Intrínseca
Tradução: Regiane Winarski
ISBN: 9788551001950
Número de Páginas: 
Ano: 272
Classificação: 
Skoob

VOCÊ ESTÁ PRONTO PARA CONHECER AS CRIANÇAS MAIS INSUPORTÁVEIS (E ENGRAÇADAS, CARISMÁTICAS, IRREVERENTES) DO MUNDO?
Então vamos lá. Uma galeria especial para os meninos e meninas que são perfeitos exemplos do que não fazer!
Sofia Sofá passa tanto tempo esparramada vendo TV que já não dá para saber o que é a Sofia e o que é o sofá! E o que fazer com Beto Babão, conhecido como o menino que mais baba na face da Terra? E é uma baba capaz de arruinar um museu inteiro! Tem também a Charlene Chorona, que, como é de se imaginar, chora bastante. Até aí, tudo bem, mas a menina tem o péssimo hábito de botar a culpa por tudo no pobre irmãozinho. Sem contar a Filomena Flatulenta, que... Bem, nem precisa explicar.
Nestas dez histórias tão divertidas quanto horripilantes, tão criativas quanto nojentas, David Walliams faz os pequenos leitores morrerem de rir com os pirralhos mais malcriados, mais bagunceiros e mesmo assim mais adoráveis do mundo.

Os livros do David Walliams são referência quanto o público em questão é o infantojuvenil e, por mais que eu adore livros infantojuvenis, nunca tinha tido contato com o autor antes, até Os Piores Pirralhos do Mundo. O livro, todo ilustrado e com uma diagramação totalmente diferenciada, com pequenas histórias sobre cada pirralho com suas personalidades e manias, acabou merecendo um lugar especial na estante. Divertidíssimo e engraçado, Os Piores Pirralhos do Mundo foi uma ótima maneira de conhecer David Walliams.

{Especial Tartarugas Até Lá Embaixo} Os Personagens



Quem leu a minha resenha de Tartarugas Até Lá Embaixo, publicado pela Intrínseca, sabe o quanto eu gostei desse novo livro do John Green. A forma como o autor abordou o TOC e a ansiedade na juventude juntamente com outros temas foi bem legal e sensível, porém, a gente sabe que a construção dos personagens é crucial para causar tal efeito na história, então vou falar um pouco sobre eles.

São poucos personagens recorrentes, se formos parar pra pensar, temos Aza, a protagonista, sua amiga Daisy, Davis e seu irmão Noah e a mãe de Aza. Cada personagem com sua personalidade e trejeitos responsáveis por fazer de Tartarugas Até Lá Embaixo o livro marcante que é. 

Aza Holmes é a nossa protagonista. Ela possui TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), ou seja, diariamente a garota tem que lutar com os pensamentos que invadem sua mente, envolvendo micróbios, bactérias e doenças que, se tomarem conta, acabam deixando a garota ansiosa. Essa luta que a garota vive é facilmente observada pelo fato do livro ser narrado em primeira pessoa por ela, nos fazendo entender e até mesmo viver alguns dos momentos mais angustiantes da garota. Aza é uma garota forte e ao mesmo tempo confusa que desperta em nós uma grande empatia e até mesmo uma identificação.

{Crítica} Thor: Ragnarok



Thor: Ragnarok é o mais novo filme do Deus do Trovão, desta vez dirigido por Taika Waititi; o mesmo diretor de O que Fazemos nas Sombras (What We Do in the Shadows) de 2014, e A Incrível Aventura de Rick Baker (Hunt for the Wilderpeople) de 2016. 

Esse é um daqueles filmes que muitos vão adorar e muitos vão odiar, principalmente pelo tom que leva. Desta vez não temos nenhum filme sério, recheado de piadas fora de tom, não. Aqui temos uma comédia espacial, que bebe muito da fonte de Guardiões da Galáxia, com seu estilo voltado para os anos oitenta, desde sua trilha sonora, cheia de sintetizadores e músicas que vão te fazer lembrar de muitas coisas do passado, sua fotografia bonita e saturada e ao seu visual chamativo e cheio de excessos (de uma forma boa, claro).

Obviamente o filme não é perfeito. Sua montagem parece um tanto quanto apressada, muitas vezes (principalmente no primeiro ato) tendo passagens de tempo excessivas, fazendo com que ficasse um sentimento de falta na cena. Outro problema notável do filme é que temos um conflito entre seu tema e seu estilo, veja bem: o filme aborda o Ragnarok, o evento mortal dos deuses nórdicos, porém ele é uma comédia, fazendo com que não tenhamos o peso necessário em certas cenas mais dramáticas. Um exemplo é o fato de que o filme trata de uma possível extinção de uma civilização e você não dá a mínima para isso. (E sim, eu preciso falar dos erros de CGI, que não são muitos, mas quando acontece, são tristes, como um personagem de papelão andando atrás de um ator).

{Especial Tartarugas Até Lá Embaixo: Resenha} Tartarugas Até Lá Embaixo



Título: Tartarugas Até Lá Embaixo
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Tradução: Ana Rodrigues
ISBN: 9788551002001
Número de Páginas: 256
Ano: 2017
Classificação: 
Skoob

Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Depois de seis anos sem nenhum livro inédito do John Green, o anúncio de um novo título torna impossível não criar expectativas sobre o novo enredo e ao mesmo tempo cria aquela sensação de pé atrás, afinal, muita coisa mudou em seis anos. Há seis anos eu era outra pessoa, com outra mentalidade e, apesar de gostar muito dos livros do John Green e ter ele como um dos autores favoritos, eu fiquei com receio de não gostar muito desse livro e de não me identificar mais quanto me identificava antes, já que o foco do autor são os jovens adultos, mas acredito que não teve hora melhor de ler esse livro.

{Resenha} Condenada



Título: Condenada (Condenada #1)
Autor: Chuck Palahniuk
Editora: Leya
ISBN: 9788580448207
Número de Páginas: 304
Ano: 2014
Classificação: 

A filha de uma estrela de cinema narcisista e de um bilionário, Madison, é abandonada em uma escola interna na Suíça durante o Natal enquanto seus pais estão divulgando seus novos projetos e adotando mais órfãos. Ela morre de uma overdose de maconha – e a próxima coisa que sabe é que está no inferno. Madison compartilha sua cela com um grupo heterogêneo de jovens pecadores que é quase bom demais para ser verdade: uma líder de torcida, um atleta, um nerd, e um punk, unidos pelo destino para formar a versão “six-feet-under” do filme favorito de todos. Madison e seus amigos caminham através do Deserto de Caspas e escalam a Montanha Traiçoeira de Unhas para enfrentar Satanás em sua cidadela. Todos os doces, que servem como moeda no inferno, não poderão comprá-los.

Chuck Palahniuk é um autor de mão cheia e todos sabem disso, principalmente depois de Clube da Luta. Sua irreverência e despreocupação na escrita em criticar a sociedade em que vivemos é sua marca definitiva. Porém, acredito que todos os autores têm seus altos e baixos. Condenada, no caso, pode ser considerado como um "baixo" de Palahniuk, mas não tão baixo quando o Inferno.

{Lançamentos} Intrínseca - Setembro/2017





MINDHUNTER: O PRIMEIRO CAÇADOR DE SERIAL KILLERS AMERICANO - JOHN DOUGLAS E MARK OLSHAKER

Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão “serial killer” nem existia, ele foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein. Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, o livro é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.

OS PIORES PIRRALHOS DO MUNDO - DAVID WALLIAMS

Então vamos lá. Uma galeria especial para os meninos e meninas que são perfeitos exemplos do que não fazer!
Sofia Sofá passa tanto tempo esparramada vendo TV que já não dá para saber o que é a Sofia e o que é o sofá! E o que fazer com Beto Babão, conhecido como o menino que mais baba na face da Terra? E é uma baba capaz de arruinar um museu inteiro! Tem também a Charlene Chorona, que, como é de se imaginar, chora bastante. Até aí, tudo bem, mas a menina tem o péssimo hábito de botar a culpa por tudo no pobre irmãozinho. Sem contar a Filomena Flatulenta, que... Bem, nem precisa explicar.
Nestas dez histórias tão divertidas quanto horripilantes, tão criativas quanto nojentas, David Walliams faz os pequenos leitores morrerem de rir com os pirralhos mais malcriados, mais bagunceiros e mesmo assim mais adoráveis do mundo.

{Resenha} Os 27 Crushes de Molly



Título: Os 27 Crushes de Molly
Autor: Becky Albertalli
Editora: Intrínseca
Tradução: Regiane Winarski
ISBN: 9788551002360
Número de Páginas: 320
Ano: 2017
Classificação: 

Molly já viveu muitas paixões, mas só dentro de sua cabeça. E foi assim que, aos dezessete anos, a menina acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que ela precisa ser mais corajosa, Molly não consegue suportar a possibilidade de levar um fora. Então age com muito cuidado. Como ela diz, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas.
Tudo muda quando Cassie começa a namorar Mina, e Molly pela primeira vez tem que lidar com uma solidão implacável e sentimentos muito conflitantes. Por sorte, um dos melhores amigos de Mina é um garoto hipster, fofo e lindo, o vigésimo sétimo crush perfeito e talvez até um futuro namorado. Se Molly finalmente se arriscar e se envolver com ele, pode dar seu primeiro beijo e ainda se reaproximar da irmã.
Só tem um problema, que atende pelo nome de Reid Wertheim, o garoto com quem Molly trabalha. Ele é meio esquisito. Ele gosta de Tolkien. Ele vai a feiras medievais. Ele usa tênis brancos ridículos. Molly jamais, em hipótese alguma, se apaixonaria por ele. Certo?
Em Os 27 Crushes de Molly, a perspicácia, a delicadeza e o senso de humor de Becky Albertalli nos conquistam mais uma vez, em uma história sobre amizade, amadurecimento e, claro, aquele friozinho na barriga que só um crush pode provocar.

Meu primeiro contato com Becky Albertalli foi com Simon vs. A Agenda Homo Sapiens, que acabou se tornando um dos meus livros favoritos, assim como a autora. Quando surgiu a novidade de que a Intrínseca lançaria um segundo livro da autora, veio a animação. Becky conseguiu me conquistar de novo com a história de Molly, que engloba diversos temas. gerando uma grande representatividade.