{Coluna} Com Muito Orgulho e Nenhum Preconceito




Eu não posso dizer que sou fã de Jane Austen, ainda que conheça um pouco de sua história como escritora, que o filme “Amor e Inocência” me cause comoção e principalmente por me encantar com a maneira que suas histórias questionam a sociedade inglesa de sua época, especialmente no que diz respeito aos direitos das mulheres. Não, eu não posso afirmar que sou sua fã justamente porque estas histórias eu não li, só as conheço através de filmes e resenhas de internet; há no entanto somente a única obra dela que li e que alcança o topo do meu favoritismo em termos de romance: Orgulho e Preconceito. Sou tão fã, mas tão fã desta história que enlouqueço a cada remake, adaptação e inspiração baseados nela. Já perdi a conta de quantos filmes e séries assisti e dos livros que li e hoje vou compartilhar minha opinião de alguns deles com vocês.

{Resenha} Os Olhos do Dragão



Título: Os Olhos do Dragão
Autor: Stephen King
Editora: Suma de Letras
Tradução: João Guilherme Linke
ISBN: 9788581050478
Número de Páginas: 303
Ano: 2013
Classificação: 

Em Delain, um reino muito distante, viviam o rei Roland, seus dois filhos Peter e Thomas e sua mulher, a Rainha Sasha. Roland não era o que se esperava de um rei no quesito “grandes feitos”, mas com a ajuda de Sasha conseguira se sair bem. Mas esta história não é sobre Roland nem sobre Sasha: a Rainha morre de forma súbita (e suspeita!) e enquanto o rei perde aquela que lhe dava conselhos decisivos, o povo sua protetora e os meninos a mãe tão adorada, Flagg, o feiticeiro do reino, celebra a morte de uma inimiga e se vê disposto a seguir com seu plano de cobiça ao poder.

Reza a lenda que Stephen King não prepara um “roteiro” para seus livros, ele vai desenvolvendo a história à medida que ela acontece*. Esse foi o primeiro livro dele que li e percebi a verdade desta afirmação: “Os olhos do Dragão” se constrói através de fatos e lembranças, de olhares de diferentes personagens oscilando num universo medieval. Mas é a narrativa de King que te prende à história, cujo ápice de ações só acontece do meio para o fim: têm-se a sensação de que já se passaram páginas e páginas e nada aconteceu, e o leitor mal percebe que as informações adquiridas até então e aparentemente de pouca importância fazem toda a diferença na composição dos personagens e em seu clímax.

{Crítica} Dos Livros Para os Folhetins: Pollyanna















 Já ouviu falar em “síndrome de Pollyanna”? O termo é utilizado para pessoas que veem algo positivo em tudo que lhe acontece, inclusive para eventos considerados ruins. Vale frisar que em alguns casos não se trata de uma característica positiva por ser considerado uma fuga da realidade, uma maneira de abafar ou postergar um sofrimento. Claro que não era bem assim que Eleanor H. Porter pensava - na verdade, ela sequer cogitava que seria responsável por uma nova terminologia: autora de Pollyanna, tudo que a americana e presbiteriana nascida em 1868 queria era que as pessoas buscassem ser mais felizes.

{Resenha} Whitney, meu amor



Título: Whitney, meu amor (Dinastia Westmoreland #02)
Autora: Judith McNaught
Tradutor: Valéria Lamim
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528622072
Número de Páginas: 490
Ano: 2018
Classificação: 

Criada por um pai severo e frio, a encantadora e impetuosa Whitney não tem medo de dizer o que pensa. Por conta de seu comportamento inapropriado para uma moça da sociedade inglesa do século XIX, Whitney é forçada a mudar-se para a casa da tia em Paris, onde recebe aulas para se tornar uma mulher sofisticada. Quando retorna à Inglaterra, está mudada, mas ainda deseja conquistar o belo Paul, seu primeiro amor. Mas há alguém que parece disposto a destruir sua felicidade: trata-se de Clayton Westmoreland, um poderoso duque, que está decidido a cativar Whitney a qualquer preço. Publicado em 1985, Whitney, meu amor é o primeiro romance de Judith McNaught, e foi responsável por consagrá-la como uma das escritoras mais populares dos Estados Unidos.

Whitney, meu amor é o livro mais famoso da autora. É o segundo livro da série Westmoreland e são poucos o que não conseguem gostar dele. Digo isso, porque ainda existem pessoas que não conseguem se encantar pelo Clayton, justamente por ele ser o que os duques eram ensinados a serem naquela época: arrogante, rico e poderoso. Ele literalmente se acha a última coca-cola no deserto e por isso acha que sua vontade é uma ordem haha. Porém, ele ainda não conheceu a mocinha Whitney.

{Resenha} Black Hammer: Origens Secretas



Título: Black Hammer: Origens Secretas (Black Hammer #1)
Autor: Jeff Lemire, Dean Ormston e Dave Stewart
Editora: Intrínseca
Tradução: Fernando Scheibe
ISBN: 8551003372
Número de Páginas: 184
Ano: 2018
Classificação: 

No passado, eles salvaram o mundo, mas agora levam vidas medíocres em uma cidade rural fora dos limites do tempo. Não há como fugir, mas Abraham Slam, Menina de Ouro, Coronel Weird, Madame Libélula e Barbalien tentam empregar suas habilidades extraordinárias para se libertar desse incomum purgatório. Obrigados a disfarçar seus poderes, sua natureza e suas origens aos olhos dos habitantes locais, eles personificam uma típica família disfuncional, tentando criar para si uma vida normal. Este primeiro volume, Black Hammer: Origens secretas, reúne os primeiros seis fascículos originais e conta ainda com posfácio do autor, perfis da construção de personagens e esboços originais.

Já disse em alguma resenha que eu estou adorando essa nova onda de quadrinhos que a Intrínseca está seguindo ultimamente. Ando conferindo tudo o que eu posso desses lançamentos ou não tão lançamentos e gostado cada vez mais. Com Black Hammer não foi diferente. Um quadrinho que me conquistou em suas primeiras páginas e me fez querer mais depois do término.

{Crítica} Popstar: Sem parar, Sem Limites



No mundo do pop, três coisas são garantidas quando surge uma nova estrela: premiações, sites de fofoca e um documentário acompanhando a sua vida dentro e fora dos palcos. Mas, ao contrário de Justin Bieber, Lady Gaga e tantos outros artistas cujas produções encobriram turnês e shows históricos, o astro Connor4real está em um momento nada favorável em sua carreira. Em meio á uma crise profissional e pessoal depois do fracasso de seu ultimo album, ele está disposto á tudo (tudo mesmo) para manter sua fama.

Juntando dois gêneros em alta, pseudo-documentários e realitys sobre celebridades, esse filme pode até ter um ar de "já vi antes", mas acreditem, á tempos eu não ria tanto com uma comédia! O protagonista é um cantor egocêntrico e extravagante, daqueles que só faltam pendurar um letreiro com o próprio nome na testa. Ele arrumou uma inusitada estratégia de marketing para promover seu novo CD, que basicamente consiste em embutir suas musicas em eletrodomésticos. Só que os fãs não curtiram ter que ouvir as músicas de Connor toda vez que ligassem o lava-louças por que será? e o marketing revolucionário só piorou o que estava ruim. Agora resta á ele voltar com a sua antiga banda, os Style Boyz, ou insistir em formas malucas de se autopromover.

{Resenha} Um Reino de Sonhos



Título: Um Reino de Sonhos (Dinastia Westmoreland #01)
Autora: Judith McNaught
Tradutor: Valéria Lamim
Editora: Bertrand Brasil
ISBN: 9788528622324
Número de Páginas: 378
Ano: 2018 Classificação: 

Royce Westmoreland, o “Lobo Negro”, é enviado pelo rei da Inglaterra para invadir a Escócia. Quando seu irmão, Stefan, sequestra Jennifer e Brenna Merrick, filhas de um lorde escocês, do convento onde vivem, as vidas de Royce e Jennifer se entrelaçam. Ele, um poderoso guerreiro que já ganhou muitas batalhas, não vê a hora de encontrar uma mulher que o amará pelo homem que é, não pelo medo inspirado por sua lenda. Ela, uma jovem rebelde em busca do amor e da aceitação de seu clã, mesmo na condição de prisioneira, não se deixa abalar pela fama de seu arrogante captor.
Conforme os conflitos entre os dois se tornam mais frequentes, a urgência de se entregarem um ao outro só aumenta. Certa noite, quando ele a toma apaixonadamente nos braços, desperta nela um desejo irresistível. Mas, se Jennifer seguir seu coração, perderá tudo aquilo pelo que vem lutando e jurou honrar.

Um Reino de Sonhos é o primeiro livro da trilogia Dinastia Westmoreland, da autora Judith McNaught. O livro que foi originalmente publicado em 1989, chegou as livrarias brasileiras a pouco tempo pela editora Bertrand Brasil e já se tornou popular entre os leitores.

Logo no começo do livro, já temos um momento de conflito e tensão, apresentado pelo casamento entre Jennifer e Royce, onde nenhum dos dois está satisfeito com a situação, muito pelo contrário, Jennifer está furiosa e Royce está tentando levar a situação da melhor forma possível. Então, as lembranças de Jennifer nos levam para momentos que antecedem o matrimônio, sendo assim possível acompanharmos a trajetória que teve como resultado aquele instante inicial.