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{Resenha} Fortaleza Digital



Título: Fortaleza Digital
Autor: Dan Brown
Editora: Sextante
Tradução: Carlos Irineu da Costa
ISBN: 9788599296202
Número de Páginas: 336
Ano: 2008
Classificação: 
  Skoob

Em Fortaleza Digital Brown mergulha no intrigante universo dos serviços de informação e ambienta sua história na ultrassecreta e multibilionária NSA, a Agência de Segurança Nacional americana, mais poderosa que a CIA ou qualquer outra organização de inteligência do mundo. Quando o supercomputador da NSA, até então considerado uma arma invencível para decodificar mensagens terroristas transmitidas pela Internet, se depara com um novo código que não pode ser quebrado, a agência recorre à sua mais brilhante criptógrafa, a bela matemática Susan Fletcher. Presa numa teia de segredos e mentiras, sem saber em quem confiar, Susan precisa encontrar a chave do engenhoso código para evitar o maior desastre da história da inteligência americana e para salvar sua vida e a do homem que ama.

Dan Brown encontrou uma fórmula criativa e nunca se separou dela. Fez fortuna, alguns livros incríveis, outros nem tanto. Fortaleza Digital se encontra entre os primeiros. Lançado em 1998 o livro inaugural do autor tem todos os elementos que se tornaram sua marca registrada: uma história envolvente misturando ficção com lugares reais e informações do tipo “não temos certeza se é verdade!”

{Resenha} Os Olhos do Dragão



Título: Os Olhos do Dragão
Autor: Stephen King
Editora: Suma de Letras
Tradução: João Guilherme Linke
ISBN: 9788581050478
Número de Páginas: 303
Ano: 2013
Classificação: 

Em Delain, um reino muito distante, viviam o rei Roland, seus dois filhos Peter e Thomas e sua mulher, a Rainha Sasha. Roland não era o que se esperava de um rei no quesito “grandes feitos”, mas com a ajuda de Sasha conseguira se sair bem. Mas esta história não é sobre Roland nem sobre Sasha: a Rainha morre de forma súbita (e suspeita!) e enquanto o rei perde aquela que lhe dava conselhos decisivos, o povo sua protetora e os meninos a mãe tão adorada, Flagg, o feiticeiro do reino, celebra a morte de uma inimiga e se vê disposto a seguir com seu plano de cobiça ao poder.

Reza a lenda que Stephen King não prepara um “roteiro” para seus livros, ele vai desenvolvendo a história à medida que ela acontece*. Esse foi o primeiro livro dele que li e percebi a verdade desta afirmação: “Os olhos do Dragão” se constrói através de fatos e lembranças, de olhares de diferentes personagens oscilando num universo medieval. Mas é a narrativa de King que te prende à história, cujo ápice de ações só acontece do meio para o fim: têm-se a sensação de que já se passaram páginas e páginas e nada aconteceu, e o leitor mal percebe que as informações adquiridas até então e aparentemente de pouca importância fazem toda a diferença na composição dos personagens e em seu clímax.

{Crítica} Max Steel




Esse ano será um tanto nostálgico, pois lançarão filmes que muitos de nós tinhamos contato quando menores, como Pica Pau, Popeye, Power Rangers, Max Steel, obviamente, entre outros. Grande parte dos meninos, quando crianças, já teve um Max Steel ou pelo menos já teve algum contato com algum, mesmo se pela tv (as meninas também, mesmo que fosse pra pegar o boneco do irmão ou do amigo). Quando soube do lançamento, não pude deixar de conferir e me deparei com algo um tanto diferente, mas ainda sim interessante.

O enredo é sobre Max McGrath, um garoto de 16 anos, que viveu boa parte parte da sua vida mudando de casa com sua mãe, desde que seu pai morrera num acidente no local onde trabalhava, uma laboratório. O garoto nunca teve uma vida fixa, assim como sempre teve curiosidade sobre seu pai, quem ele era, o que fazia, do que gostava, pois sua mãe quase nunca entrava no assunto.

{Crítica} Band of Robbers





Imagine se dois dos personagens de Mark Twain fossem reais, crescessem e tomassem decisões na vida... O que faríamos se fossemos amigos deles? Como agiriam depois de suas aventuras de quando eram crianças? Falo de Tom Sawyer e de Huckleberry Finn. Os dois garotos são melhores amigos desde a infância e cada um possui suas histórias contadas pelas palavras de Mark Twain.

Em Band of Robbers (Bando de Ladrões, em tradução livre), a dupla cresceu, cada um escolheu uma vida bem distinta uma da outra, mas continuam procurando por aventura atrás de um tesouro que tentam encontrar desde a infância.

Tom agora é um policial que não faz nada além de multar vovózinhas. Tem a ambição de se tornar um herói, ser reconhecido pela população por ter feito algo de bom para a sociedade, enquanto inveja seu irmão Sid, por ser um homem bem sucedido, detetive e portador da chave da cidade.

Já Huck, foi preso inúmeras vezes por invasão e roubo, agora desfruta da liberdade recém adquirida e pretende andar na linha dessa vez, se afastando daquilo que não acha certo.

Mas como bons e velhos amigos, os dois se reencontram, e tentam ajudar um ao outro de alguma maneira. Por consequência, acabam voltando a busca de um lendário tesouro que procuravam durante a infância, novas pistas são descobertas, e, alimentados pela esperança e fantasia, correm atrás de seus sonhos de criança, envolvendo amigos próximos na caça ao tesouro, mas as coisas não acontecem como planejaram... E acabam se metendo em confusões perigosas.

Pessoas que procurarem uma razão nesta narrativa serão processadas, pessoas que procurarem uma moral nela serão banidas, pessoas que procurarem uma trama nela serão baleadas.
Mark Twain  

Só conheço os livros de Huck e Tom de ouvir falar, pois  nunca tive interesse em ler sobre suas aventuras, mas confesso que o filme me deixou muito curiosa e pretendo procurar os livros em breve.

O longa não é nenhuma super produção mas nem por isso deixou a desejar, enquanto assistimos, percebemos que não foi preciso muitos elementos para construir a trama, e mesmo assim conseguiram fazer algo que passasse uma moral bem legal.

Completo de aventura do início ao fim e com um toque de humor, os irmãos Nee mandaram bem em Band of Robbers.  É uma pena não ter uma divulgação maior e lançamento nos cinemas nacionais, mas estão no caminho certo, e espero que suas próximas produções alcancem uma maior visibilidade.

O filme já está disponível na Netflix, e recomendo para todos os amantes da literatura, um filme se torna ainda mais interessante para mim quando contém elementos da literatura clássica em um enredo atual, e não foi diferente com a história de Tom e Huck já adultos.

Se você já leu sobre os garotos, ou pretender ler algum dia, esse filme é pra você! Eu amei e espero que gostem também. Sem contar que o longa é novinho, recém saído do forno, super lançamento. Que tal?



Título: Band of Robbers
Elenco: Adam Nee, Kyle Gallner, Matthew Gray Gubler, Melissa Benoist, Hannibal Buress
Direção: Adam Nee e Aaron Nee
Gênero: Filme Policial, Comédia, Aventura
Duração: 95 min.
Classificação: 14 anos
Avaliação: 

{Crítica} O Regresso



Todos já estão familiarizados com a saga do Oscar de Leonardo DiCaprio. Em toda a sua carreira, o ator nunca levou a estatueta mais famosa do mundo do cinema para casa. Porém, ao que indica, principalmente pelo filme ter conquistado três globos de ouros (Melhor Diretor, Melhor Ator em Filme de Drama e Melhor Filme Categoria Drama) essa situação pode mudar. O Regresso, com uma técnica incrível e baseado numa história real, leva DiCaprio a uma experiência e atuação que não estávamos apresentados.

A trama do filme é bem simples. Em meio a colonização dos Estados Unidos, um grupo de caçadores de pele está em seu acampamento é surpreendido pelo ataque de índios. Esse ataque provoca a morte de vários homens, sendo necessária a volta dos que restaram à base, o mais rápido possível. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) conhece a floresta muito bem, porém, é gravemente atacado por um urso no caminho.

A caminhada se torna impossível e muito lenta com Hugh ferido, então, como ele é uma pessoa muito bem querida entre o grupo de caçadores, a não ser por John Fitzgerald (Tom Hardy), que é racista e não simpatiza com o filho de Glass, que é mestiço (filho de uma índia), alguns integrantes ficam com ele enquanto os outros vão pelo caminho mais rápido. O que ninguém esperava é que ele abandonado para morrer, que é o ponto central do filme.

Gravemente ferido, sem armas e sozinho, lutando para sobreviver em meio ao frio congelante, temendo por sua vida por conta da ameaça dos índios, Hugh Glass parte à procura de vingança contra aqueles que os deixaram para morrer.

Obviamente, como o próprio nome diz, acompanhamos o regresso dos homens às suas terras. Temos primeiro a patrulha, explorando o caminho para base temendo os índios; os homens que abandonaram Hugh; e o retorno do próprio Hugh Glass, que mesmo conhecendo muito bem os caminhos, está sozinho, machucado e sem armas, se tornando ainda mais difícil.

O sofrimento do personagem de DiCaprio é evidente e constante. Hugh Glass passa por aflições a todo momento, revelando um lado selvagem necessário para sua sobrevivência, que é bastante impressionante. Esse personagem enalteceu a boa atuação de DiCaprio, que transmite toda a dor e dificuldade, até mesmo sem dizer uma palavra. A imersão de Leornado no personagem foi tão grande que ele até comeu um fígado cru de um bisão numa das cenas, mesmo sendo vegetariano. Tom Hardy também não fica pra trás interpretando o vilão traidor, com toda sua amargura e frieza.

A técnica presente em O Regresso é de uma qualidade impressionante. Temos primeiramente o cenário totalmente natural, de uma beleza estonteante, que foi retratado e gravado com luz natural, para que a essência da natureza fosse mantida. Outro ponto marcante é a escolha de planos sequências (filmagem de uma ação contínua sem corte) em algumas cenas, principalmente nas de ação, pois o espectador é deixado no meio da ação, tornando algo bem próximo.

Apesar da longa duração, 2 horas e 36 minutos, o novo filme de Alejandro González Iñárritu (diretor) é muito bem construído, prendendo a atenção do espectador, principalmente nas cenas de ação, que são bastantes. É um filme forte e bem impressionante, principalmente pela história de Hugh Glass ter realmente acontecido (sua história foi publicada esse ano como O Regresso pela editora Intrínseca).

O Regresso está presente em 12 categorias, liderando as indicações, sendo elas Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Cabelo, Melhor Mixagem de Som, Melhor Edição de Som, Melhores Efeitos Visuais e Melhor Design de Produção. Acredito que o flme vence algumas das categorias técnicas e estou na torcida para que Leornardo DiCaprio finalmente leve seu Oscar pra casa.


Título: O Regresso (The Revenant)
Elenco: Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson, Will Poulter +
Direção: Alejandro González Iñárritu
Gênero: Aventura, Drama, Thriller
Duração: 156 min.
Classificação: 16 anos
Avaliação: 

{Resenha} Trono de Vidro



Título: Trono de vidro
Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera Record
Tradução: Bruno Galiza
ISBN: 8501401382
Número de Páginas: 392
Ano: 2013
Classificação:

Depois de cumprir um ano de trabalhos forçados nas minas de sal de Endovier por seus crimes, Celaena Sardothien, 18 anos, é arrastada diante do príncipe. Príncipe Dorian lhe oferece a liberdade sob uma condição: ela deve atuar como seu campeão em um concurso para encontrar o novo assassino real. Seus adversários são ladrões e assassinos, guerreiros de todo o império, cada um patrocinado por um membro do conselho do rei. Se ela vencer seus adversários em uma série de etapas eliminatórias servirá no reino durante três anos e em seguida terá sua liberdade concedida.Celaena acha suas sessões de treinamento com o capitão da guarda Westfall desafiadoras e exaustivas. Mas ela está entediada com a vida da corte. As coisas ficam um pouco mais interessantes quando o príncipe começa a mostrar interesse por ela... Mas é o rude capitão Westfall que parece entendê-la melhor.Então um dos outros concorrentes aparece morto rapidamente seguido por outros... Pode Celaena descobrir quem é o assassino antes que ela se torne a nova vítima? A medida que a investigação da jovem assassina se desenrola a busca por respostas a leva descobrir um destino maior do que ela jamais poderia ter imaginado.

Uma aventura fantástica com uma assassina, seu misterioso passado e seu surpreendente futuro. É incrível o desenvolvimento da história e o crescimento dos personagens. Me apaixonei pelo livro logo pela capa, que mais parece ser de um RPG*, mas tudo bem pois expressa bem Celaena e sua história.

{Crítica} A Vida Secreta de Walter Mitty


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Todos já sonharam em fazer coisas impossíveis. Fantasiar é algo comum, algo que vem naturalmente de cada ser humano. Apesar disso, não se deve apenas sonhar e deixar de viver. Essa é a mensagem do filme “A Vida Secreta de walter Mitty”, filme dirigido e estrelado pelo ator (geralmente de comédias familiares) Ben Stiller baseado em um conto escrito em 1939 por James Thurber.

Acompanhamos no filme a tragetória de Walter Mitty, homem que trabalha no setor de fotografias de uma revista recém vendida. Com essa venda, ela se tornará uma revista totalmente digital, e seu último número será impresso. No entanto, quando a fotografia que seria a capa da revista é perdida, Mitty acaba passando por diversos lugares do mundo para encontrar o fotógrafo Sean O’Connel para descobrir o paradeiro da fotografia.

A atuação de Ben Stiller acaba sendo essêncial para a formação do personagem. Nós podemos ver o jeitinho do ator nas cenas, percebemos como ele se identifica. As cenas em que ele está imaginando situações provavelmente são as mais divertidas do filme.

O que torna o filme lindo é sua fotografia. Walter passa pela Guatemala, Islândia e diversos outros lugares com paisagens deslumbrantes. As cenas combinadas com a trilha sonora muito bem montada acaba fazendo com que terminemos de ver o filme com um pequeno sorriso nos lábios.

A surpresa do filme provavelmente é a fotografia que ilustra a capa da revista ao fim do filme. Provavelmente o tempero extra que faltava para o filme deixar sua mensagem, e o fato de ela ser apresentada apenas ao final do filme contribuiu ainda mais com isso.

Um filme bem interessante e lançado na passagem do ano, quando repensamos um pouco sobre nossa vida, perceberemos, durante todo o filme, que todos nós temos um pouco de Walter Mitty.


Mitty


Título: A Vida Secreta de Walter Mitty (The Secret Life of Walter Mitty)
Elenco: Ben Stiller, Kristen Wiig, Shirley MacLaine, Adam Scott, Kathryn Hahn, Sean Penn
Direção: Ben Stiller
Gênero: Aventura, Comédia Dramática, Fantasia
Duração: 114 min.
Classificação: 14 Anos
Avaliação: 3,0 de 5.0