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{Resenha} Black Hammer: O Evento



Título: Black Hammer: O Evento (Black Hammer #2)
Autor: Jeff Lemire, Dean Ormston e Dave Stewart
Editora: Intrínseca
Tradução: Fernando Scheibe
ISBN: 9788551004036
Número de Páginas: 176
Ano: 2018
Classificação: 

No primeiro volume da história, eleita Melhor Série Original de 2017 pelo Eisner Awards, fomos apresentados aos cinco ex-heróis e suas trajetórias pessoais. Depois de salvar o mundo numa batalha épica, eles se viram presos numa cidade que mais parece uma realidade paralela, e agora acumulam dez anos de frustrações, pois são obrigados a se passarem por pessoas comuns. Uma visita inesperada consegue romper com as barreiras invisíveis que levam até a fazenda, e com ela pode ter chegado também a chance de esses heróis finalmente saírem do purgatório.

Como se o primeiro volume já não fosse bom o suficiente, Black Hammer: O Evento se mostra ainda melhor. Antes tínhamos sido apresentados ao presente dos personagens no "purgatório", com direito à flashes do passado, contando um pouco da história de cada personagem, mesclando com fatos no presente, terminando com algo que poderia mudar tudo. É é a partir desse momento que O Evento começa.

{Crítica} Thor: Ragnarok



Thor: Ragnarok é o mais novo filme do Deus do Trovão, desta vez dirigido por Taika Waititi; o mesmo diretor de O que Fazemos nas Sombras (What We Do in the Shadows) de 2014, e A Incrível Aventura de Rick Baker (Hunt for the Wilderpeople) de 2016. 

Esse é um daqueles filmes que muitos vão adorar e muitos vão odiar, principalmente pelo tom que leva. Desta vez não temos nenhum filme sério, recheado de piadas fora de tom, não. Aqui temos uma comédia espacial, que bebe muito da fonte de Guardiões da Galáxia, com seu estilo voltado para os anos oitenta, desde sua trilha sonora, cheia de sintetizadores e músicas que vão te fazer lembrar de muitas coisas do passado, sua fotografia bonita e saturada e ao seu visual chamativo e cheio de excessos (de uma forma boa, claro).

Obviamente o filme não é perfeito. Sua montagem parece um tanto quanto apressada, muitas vezes (principalmente no primeiro ato) tendo passagens de tempo excessivas, fazendo com que ficasse um sentimento de falta na cena. Outro problema notável do filme é que temos um conflito entre seu tema e seu estilo, veja bem: o filme aborda o Ragnarok, o evento mortal dos deuses nórdicos, porém ele é uma comédia, fazendo com que não tenhamos o peso necessário em certas cenas mais dramáticas. Um exemplo é o fato de que o filme trata de uma possível extinção de uma civilização e você não dá a mínima para isso. (E sim, eu preciso falar dos erros de CGI, que não são muitos, mas quando acontece, são tristes, como um personagem de papelão andando atrás de um ator).

{Crítica} Max Steel




Esse ano será um tanto nostálgico, pois lançarão filmes que muitos de nós tinhamos contato quando menores, como Pica Pau, Popeye, Power Rangers, Max Steel, obviamente, entre outros. Grande parte dos meninos, quando crianças, já teve um Max Steel ou pelo menos já teve algum contato com algum, mesmo se pela tv (as meninas também, mesmo que fosse pra pegar o boneco do irmão ou do amigo). Quando soube do lançamento, não pude deixar de conferir e me deparei com algo um tanto diferente, mas ainda sim interessante.

O enredo é sobre Max McGrath, um garoto de 16 anos, que viveu boa parte parte da sua vida mudando de casa com sua mãe, desde que seu pai morrera num acidente no local onde trabalhava, uma laboratório. O garoto nunca teve uma vida fixa, assim como sempre teve curiosidade sobre seu pai, quem ele era, o que fazia, do que gostava, pois sua mãe quase nunca entrava no assunto.

{Crítica} Capitão América: Guerra Civil



O ano de 2016 é o ano dos super heróis, com vários filmes e séries com datas marcadas e esperadas por muita gente, inclusive eu. Já tivemos o Batman vs. Superman, que era um dos filmes mais aguardados da DC Comics, e agora tivemos também o Capitão América: Guerra Civil, o mais esperado da Marvel. Com uma mistura de ação e humor bem balanceada, a finalização da trilogia do Capitão América pode ser considerada um dos melhores filmes dos estúdios da Marvel.

O enredo se segue a partir dos outros filmes do universo Marvel, principalmente Vingadores 2, em que, para salvar as pessoas, cidades foram destruídas e pessoas mortas. As Nações Unidas, como alternativa para impedir que esses acontecimentos ocorram novamente, oferece uma proposta aos Vingadores, em que eles se tornariam "propriedade do governo", usados apenas quando o governo achasse necessário. Aí ocorre as separações dos heróis.

Por incrível que pareça, Tony Stark, ou Homem de Ferro, nostálgico pela morte dos pais e com a personalidade um pouco abalada, aceita o acordo, assim como Viúva Negra (Scarlett Johansson), Máquina de Guerra (Don Cheadle), Visão (Paul  Bettany), Pantera Negra (Chadwick Boseman) e Homem Aranha (Tom Holland). Em contra ponto, há o Capitão América (Chris Evans), que é contra o acordo proposto, juntamente com o Soldado Invernal (Sebastia Stan), Falcão (Anthony Mackie), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olson), Homem Formiga (Paul Rudd) e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner).


O confronto entre os dois times se torna inevitável. Um dos grandes movitos de alguns conflitos, apesar de toda questão política envolvida, é Buck, o Soldado Invernal, por conta de seu passado misterioso, já introduzido em Capitão América 2. A trama se inspira nos quadrinhos Guerra Civil, de Mark Millar e Steve McNiven, mesmo que com algumas ideologias e justificativas diferentes.

Pelo tamanho de personagens conhecidos e alguns novos que seriam introduzidos, o receio da baixa qualidade é certo. Como fazer um filme do Capitão América em que o protagonismo permanecesse e ainda todos os outros personagens secundários tivessem a atenção necessária, tudo num determinado tempo? Eu não sei, mas os diretores Anthony Russo e Joseph V. Russo obtiveram êxito. O filme não é perfeito, mas merece completa atenção.

Capitão América: Guerra Civil segue com o humor e ação, porém numa dose menor a que estávamos acostumados, acrescentando uma tensão e drama maiores, um dos pontos fortes do filme. As cenas de ação, principalmente as de pancadaria são de cair o queixo, especialmente quando vistas em IMAX. O humor ainda é existente, porém um pouco mais inteligente e menos forçado como nos Vingadores, por exemplo, em que as risadas eram constantes.



A apresentação dos personagens novos como Pantera Negra e Homem Aranha (principalmente o Homem Aranha) foram divinas. Pantera Negra tem uma atmosfera totalmente diferente dos outros heróis, com toda sua seriedade, se tornando uma importante adição no universo Marvel nos próximos filmes. Em contra ponto, temos o Homem Aranha que traz a euforia para os fãs nos minutos que está em cena. Tom Holland, com todo o seu carisma, piadas rápidas, nos leva a pensar que este será um dos melhores Homem Aranha que veremos nas telonas. É uma sensação muito boa.

Enfim, não importa se você é #TeamCap, #TeamIron ou #TeamSpidey, vá aos cinemas, pois a Marvel acertou novamente. Um filme de super herói em que alieníginas são colocados de lado e disputas políticas e amizade são razão dos conflitos. Muito bom. (Vale lembrar que o filme tem duas cenas pós-créditos, então espere até o fim dos créditos).


Título: Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War)
Elenco: Chris Evans, Scarlett Johansson, Elizabeth Olsen, Robert Downey Jr., Sebastian Stan, Paul Rudd, Tom Holland, Martin Freeman, Jeremy Renner
Direção: Anthony Russo, Joe Russo
Gênero:Ação, Aventura, Sci-Fi
Duração: 2h27min
Classificação: 12 anos
Avaliação: