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{Crítica} Vingadores: Guerra Infinita


Após dez anos de histórias sendo contadas e mais de dezoito filmes lançados, Vingadores - Guerra Infinita está entre nós, a reunião de todos os heróis do universo, e o maior conflito já enfrentado.

O filme é dirigido pelos Irmãos Russo, que também dirigiram os dois últimos filmes do Capitão América, sendo eles Soldado Invernal e Guerra Civil. Aqui a direção é mais do que nunca certeira, pois eles possuem controle de tudo aquilo que querem e precisam contar/mostrar.

A grande reclamação do filme lá fora está sendo: "não tem história e grande desenvolvimento de personagens". A história aqui serve como uma reflexão dos acontecimentos de todos os filmes anteriores. E, obviamente, não teríamos grandes desenvolvimentos de personagens, por conta de tempo de tela, visto que são mais de 50 personagens para um filme de pouco mais de 2 horas e meia.

{Crítica} Com Amor, Simon



Quando um livro favorito seu vai virar filme, uma mistura de animação e apreensão surge, pois adaptação é algo um tanto polêmico quanto qualidade (e dificilmente agrada todo mundo). É muito difícil um filme conter tudo (ou quase tudo) o que se tem no livro, mas há casos em que a história é totalmente deturpada (alô, Percy Jackson!). Eu estava assim quando soube que teria filme de Simon vs. A Agenda Homo Sapiens, publicado pela Intrínseca, que se chama "Com Amor, Simon", mas, felizmente, o resultado me deixou muito feliz.

O filme segue o padrão high school americano adolescente, com um grupo de amigos na escola, com seus problemas, paixões secretas, dificuldade em expressar sentimentos, sexualidade e etc. Simon é o nosso protagonista que está se descobrindo quanto à sua sexualidade, sem muitos conflitos, porém mantém em segredo, menos para um garoto com quem troca emails, por quem começa a ter sentimentos, que também é gay e estuda na mesma escola que ele, que utiliza o nome Blue, para manter sua identidade.

Infelizmente, um dia, Simon deixa seu email aberto e Martin, um colega de escola, vê seus emails com Blue, descobrindo seu segredo, então passa a chantageá-lo, com o objetivo de Simon ajudá-lo com um amiga por quem sente atração. É a partir daí que as coisas começam a se desenrolar, gerando problemas, confusões e muitas reflexões por parte do nosso protagonista, que se encontra encurralado.

{Crítica} Aniquilação




Aniquilação (Annihilation), baseado no livro de mesmo nome de Jeff Vandermeer, o mais novo filme de Alex Garland, roteirista de Extermínio (28 Days Later), Sunshine, e Ex Machina, que também o dirigiu, conta a história de uma bióloga que aceita uma missão secreta do governo para tentar descobrir o que aconteceu após a queda de um meteoro que vêm alterando as leis da natureza do local onde se encontra.

Se você viu Ex Machina e pensou em algum momento como o filme poderia ser "lento", Aniquilação não é um filme para você. O diretor não tem pressa em "contar" o que está acontecendo, e muito bem-posto entre aspas, pois o diretor também não se importa em te explicar o que aconteceu. É pré-estabelecido que um meteorito atingiu alguma parte dos Estados Unidos e que a partir disso um campo luminoso surgiu em volta do mesmo. Por conta disso, o diretor aproveita e brinca com teorias envoltas pela ciência.

{Crítica} Thor: Ragnarok



Thor: Ragnarok é o mais novo filme do Deus do Trovão, desta vez dirigido por Taika Waititi; o mesmo diretor de O que Fazemos nas Sombras (What We Do in the Shadows) de 2014, e A Incrível Aventura de Rick Baker (Hunt for the Wilderpeople) de 2016. 

Esse é um daqueles filmes que muitos vão adorar e muitos vão odiar, principalmente pelo tom que leva. Desta vez não temos nenhum filme sério, recheado de piadas fora de tom, não. Aqui temos uma comédia espacial, que bebe muito da fonte de Guardiões da Galáxia, com seu estilo voltado para os anos oitenta, desde sua trilha sonora, cheia de sintetizadores e músicas que vão te fazer lembrar de muitas coisas do passado, sua fotografia bonita e saturada e ao seu visual chamativo e cheio de excessos (de uma forma boa, claro).

Obviamente o filme não é perfeito. Sua montagem parece um tanto quanto apressada, muitas vezes (principalmente no primeiro ato) tendo passagens de tempo excessivas, fazendo com que ficasse um sentimento de falta na cena. Outro problema notável do filme é que temos um conflito entre seu tema e seu estilo, veja bem: o filme aborda o Ragnarok, o evento mortal dos deuses nórdicos, porém ele é uma comédia, fazendo com que não tenhamos o peso necessário em certas cenas mais dramáticas. Um exemplo é o fato de que o filme trata de uma possível extinção de uma civilização e você não dá a mínima para isso. (E sim, eu preciso falar dos erros de CGI, que não são muitos, mas quando acontece, são tristes, como um personagem de papelão andando atrás de um ator).

{Crítica} Death Note (2017)



Quando surgiu a notícia de que Death Note seria adaptado como filme pela Netflix, houve um certo alvoroço por parte dos fãs, discutindo a possível qualidade que o filme poderia vir a ter, já que seria "americanizado". Eu, particularmente, tinha ficado muito ansioso pela notícia, por mais que eu tivesse que esperar meses para conferir, porém, o dia chegou, sexta feira passada (25), e o resultado foi apenas um: frustração (e acho que posso falar isso em nome das pessoas que gostavam do anime).

Light Yagami agora é Light Turner, interpretado pelo ator Nat Wolff, que, ao invés de residir no Japão, como no anime, ele mora em Seattle, nos Estados Unidos. Ele é um garoto comum, com problemas e traumas, principalmente o fato da sua mãe ter sido assassinada, não é popular na escola, mas tem a vida mudada quando acaba possuindo um caderno sobrenatural, com o título de Death Note (Caderno da Morte), que caiu do céu, literalmente, enquanto Light estava na escola.

{Crítica} Fome de Poder


Confesso que quando era criança, o meu sonho era passar pelo drive thru do McDonald's, mas eu só tive a oportunidade de comer em um dos restaurantes depois de "velha", quando a gente vai perdendo o interesse pelos McLanches Felizes que antes considerávamos um pote de ouro no final do arco-íris. E o drive thru? Pra quê? Tem cheeseburguer mais barato e mais gostoso no tio do carrinho de lanches que fica parado lá na esquina da faculdade. Mas você não perde o total interesse por eles, afinal, são donos da melhor casquinha do mundo! E quem consegue resistir? E é só R$2,50! Bora lá comer mais uma!

Se por um lado seus lanches não me atraem, sou fã declarada de seus sorvetes, a cada McFlurry novo eu fico sem saber o que fazer da vida até experimentá-lo. Acredito que você também tenha uns amores e desamores com Mc (e cá entre nós, eu até prefiro o Starbucks). Certo dia resolveram fazer um filme sobre a franquia, e eu, muito curiosa para conhecer o que tinha por trás do famoso M amarelo (que depois descobri serem arcos dourados), resolvi assistir.

{Crítica} Assassin's Creed


A franquia de Assassin's Creed é mundialmente famosa. Começou pelos games, conquistando o público, depois foi para os livros, onde também foi sucesso, possui uma adaptação como minissérie. Só faltava então ir para as telonas do cinema, o que demorou um pouquinho, avaliando pelo sucesso, porém a espera valeu a pena. Michael Fassbender, protagonista e produtor, juntamente a Justin Kurzel, diretor, foram os responsáveis pela adaptação do game dar certo.

No enredo do filme acompanhamos Callum Lynch, um rapaz que, após preso e sentenciado à morte, acorda num lugar chamado Abstergo, onde descobre que a empresa que o hospeda tem um interesse peculiar nele: Cal viverá as memórias de seu ancestral, Aguilar, através de uma máquina chamada Animus, para poder descobrir o poder e o lugar da Maçã do Éden, artefato que contém o código genético humano do livre-arbítrio.